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  • Nantes surepreende no Vélodrome e vence OM

    Com dois jogadores expulsos no domingo, o Olympique de Marselha entregou uma vitória de bandeja ao Nantes, garantindo seu primeiro triunfo na Ligue 1 desde outubro (2 a 0). O Marselha deixou o Lens se distanciar na liderança da tabela e viu Lyon e Rennes diminuírem a diferença para apenas dois pontos.   O Olympique de Marselha teve uma oportunidade de ouro para diminuir a diferença para o líder Lens e evitar ficar muito atrás na tabela. Receber o Nantes, penúltimo colocado da Ligue 1, empatado com o lanterna Metz, parecia a chance perfeita. Mas os comandados de Roberto De Zerbi desperdiçaram completamente a oportunidade, abalados por um Nantes mais criativo e audacioso. Transformado sob o comando do novo técnico Ahmed Kantari, o Nantes abriu o placar com Fabien Centonze (31º minuto). Esse gol coroou uma primeira meia hora soberba, na qual o Nantes chegou a pensar que havia marcado, mas Youcef El-Arabi teve o gol anulado por impedimento (13º minuto), antes de acertar a trave em uma cobrança de falta de Dehmaine Tabibou (22º minuto). Com um jogador a menos após a expulsão de Vermeeren (26º minuto, veja abaixo), o Olympique de Marselha parecia sem soluções e a entrada de Bilal Nadir, no lugar de Igor Paixão (31º minuto), não mudou absolutamente nada.   Pior ainda, o meio-campista também foi expulso (veja abaixo) após receber dois cartões amarelos. Com um jogador a menos, sem ideias e energia, o Olympique de Marselha tentou em vão manter a ilusão de um empate, mas foi o Nantes que, mais uma vez, se mostrou mais perigoso. Rulli venceu seus duelos contra Leroux (74', 79') e Rémy Cabella (77'), mas o goleiro argentino, que esteve longe de ser confiável durante toda a partida, acabou sucumbindo a um pênalti convertido por Cabella (88'), recém-chegado do Olympiacos. Com esta vitória, a primeira desde outubro, o Nantes abriu um pouco de fôlego na parte inferior da tabela, enquanto o Olympique de Marselha pouco fez para se tranquilizar antes de enfrentar o Paris Saint-Germain na Supercopa da UEFA na próxima quinta-feira.   Alvo do Olympique de Marselha no verão passado, o atacante do Nantes mostrou por que a diretoria do Olympique de Marselha estava interessada nele. Jogando na ponta esquerda pelos Canaris, ele foi um dos melhores jogadores da equipe, ao lado de Deiver Machado, e foi fundamental no primeiro gol de Centonze (31º minuto), que aproveitou bem o rebote após a defesa de Geronimo Rulli. Durante os contra-ataques do Nantes, ele representou uma ameaça constante para a defesa do Olympique de Marselha, antes de sofrer o pênalti convertido por Cabella (88º minuto).   Roberto De Zerbi não poupa elogios a Arthur Vermeeren, com uma ressalva: o técnico italiano costuma pedir que ele seja mais agressivo em seu jogo. O jovem meio-campista (20 anos) certamente exagerou na entrada sobre Anthony Lopes, que lhe rendeu um merecido cartão vermelho (26º minuto). Com um jogador a menos e já sofrendo no início da partida, sua equipe sofreu o primeiro gol cinco minutos depois. Para piorar a situação, Bilal Nadir também foi expulso após receber dois cartões amarelos em... dois minutos (54º e 56º minuto), antes de deixar o campo em lágrimas.

  • Nice e Strasbourg empatam no sul da França

    Com o retorno de Claude Puel ao banco de reservas, o Nice garantiu um empate no sábado graças a um gol do reserva Elye Wahi (1-1). Para o Strasbourg, essa pode ter sido a última partida de Liam Rosenior pelo clube alsaciano.   Foi a primeira partida da nova era Claude Puel no Nice, aparentemente a última da era Liam Rosenior no Strasbourg, e os dois treinadores, cujos caminhos se cruzaram, dividiram os pontos neste sábado, ao final de um jogo agradável e repleto de chances. Após seis derrotas consecutivas na Ligue 1 e em má fase na tabela, o Nice poderia ter desmoronado logo no início, depois de sofrer o primeiro gol de pênalti convertido por Joaquín Panichelli (0-1, 13º minuto).   Mas as Águias recuperaram a compostura e a confiança, e sua atuação comprovou isso. O Nice acertou a trave com Sofiane Diop, que aproveitou o rebote após um passe de calcanhar de Tiago Gouveia (24º minuto), criou diversas oportunidades, algumas até mesmo claras, como a dupla defesa de Mike Penders em chutes de Morgan Sanson e Elye Wahi (58º minuto), e já havia merecidamente empatado com o ex-jogador do Olympique de Marselha.   Ameaçando nos contra-ataques, o Strasbourg poderia ter conquistado a vitória no final da partida, mas nada mudou. Com este resultado, o Strasbourg permanece em sétimo lugar na Ligue 1, enquanto o Nice, em 13º, mostrou que dias melhores ainda estão por vir.   O Strasbourg perdeu 13 pontos após liderar a Ligue 1 nesta temporada, a maior perda de pontos, à frente de Rennes e... Nice (10 pontos cada).   Ele não entrava em campo na Ligue 1 desde 5 de janeiro, e naquele dia já havia marcado, pelo Olympique de Marselha contra o Le Havre (5-1). Elye Wahi havia se transferido para o Eintracht Frankfurt, mas sua passagem pela Alemanha foi um completo desastre, com apenas um gol marcado na Copa. Assim, o atacante foi emprestado ao Nice durante a janela de transferências de inverno, e claramente, foi uma decisão acertada. Substituto contra o Strasbourg, Wahi entrou no segundo tempo e causou impacto imediato. Um drible desconcertante sobre Lucas Högsberg, um chute colocado de pé direito no ângulo: seu gol de empate foi soberbo (1-1, 54º minuto). O ex-jogador do Montpellier e do Lens poderia até ter marcado dois gols (58º e 73º minutos), mas uma coisa é certa: sua estreia pelo Nice foi uma verdadeira revelação.

  • Abner Vinicius marca, e Lyon vence em Monaco

    Ao marcar seu terceiro jogo com dois gols na temporada, o meia ofensivo tcheco brilhou na tarde do OL, que venceu o Monaco por 3 a 1 neste sábado, pela 17ª rodada da Ligue 1.   Pavel Sulc é um jogador indefinível, e não se desculpa por isso. Quando questionado, ao sair do Stade Louis-II, se se sentia mais como um meia-atacante ou um atacante, exclamou eufórico: "Eu sou tudo!". Isso não deve ser interpretado como um discípulo de Cristiano Ronaldo se proclamando o centro do universo.   Quando o tcheco diz que é tudo, ele quer dizer que não é um armador, nem um ponta, nem um atacante, mas uma mistura dos três. "Um jogador diferente", resume Paulo Fonseca. "Seu jogo não é tecnicamente brilhante, mas ele é muito eficiente, trabalha duro para a equipe e parece atrair a bola. Ele também pode jogar em diferentes posições, o que é uma qualidade muito importante." É essa versatilidade que lhe permitiu ressurgir após um final de verão bastante decepcionante. A ponto de, na metade da temporada, ele ostentar um índice de eficiência impressionante: participou de 16 gols em todas as competições nesta temporada (11 gols e 5 assistências). Na França, apenas Mason Greenwood (19) e Pierre-Emerick Aubameyang (17), do Olympique de Marselha, tiveram um desempenho melhor.   Mas com um tempo de jogo sem precedentes: neste sábado, em Mônaco, Sulc foi titular pela nona vez nesta temporada, em 17 jogos da Ligue 1. Ele abriu o placar de cabeça, após um escanteio cobrado por Corentin Tolisso no segundo poste, que havia sido desviado de cabeça por Nicolas Tagliafico no primeiro poste (38º minuto), e depois recolocou sua equipe em vantagem com um chute rasteiro e cruzado que entrou no canto (57º minuto). Dois chutes a gol, dois gols, mas o que mais? Pouco: 23 toques na bola, apenas 5 passes certos em 9 tentativas.   Em termos de seu jogo em geral, o tcheco de 25 anos também deixou sua marca no Principado. Tecnicamente, ele tem dificuldades para manter a posse de bola ou escapar de situações em que se encontra encurralado na ponta. No início da temporada, essas limitações pareciam condená-lo a um papel de reserva. Mas as coisas mudaram desde então. Pouco antes da lesão no tornozelo de Malick Fofana, a situação em outubro começou a ficar clara: o time carecia de jogadores de ataque impactantes.   Em Mônaco, atuando como um falso ponta-direita em um ataque que não contava com o decepcionante Martín Satriano, Sulc marcou seu terceiro gol duplo na Ligue 1, dois meses e meio depois do primeiro, conquistado a poucos quilômetros de distância, em Nice (2-3, 18 de outubro). Mas desta vez, ao contrário das partidas fora de casa na Allianz Riviera e no Stade Jean-Bouin (3-3 contra o Paris FC), a atuação do jogador tcheco (16 jogos pela seleção) resultou em uma vitória fora de casa, estendendo a excelente sequência do Lyon.   O time de Paulo Fonseca garantiu sua quarta vitória consecutiva em todas as competições contra o Monaco. Venceu fora do Groupama Stadium na Ligue 1 pela primeira vez desde 28 de setembro. Essa vitória foi em Lille (1-0), também contra um rival na disputa por uma vaga em competições europeias.   O Lyon garantiu esta vitória graças a um segundo tempo mais controlado, porque as circunstâncias estiveram geralmente a seu favor, porque a expulsão de Mamadou Coulibaly extinguiu a fraca ameaça do Monaco aos 70 minutos, e porque Sulc, com dois lances brilhantes, elevou uma atuação coletiva que esteve incerta durante meia hora. O Lyon agora ocupa confortavelmente a quinta posição na tabela, na metade da temporada, ansioso para desbloquear seu potencial ofensivo com a chegada de Endrick na próxima semana e de Fofana no final do mês.

  • Quem segura o Lens, líder da Ligue 1?

    Ainda tão atraente como sempre e reforçado por uma atuação digna de campeonato, o clube de Artois consolidou sua liderança na noite de sexta-feira (02/01) ao derrotar o Toulouse, que jogou com um homem a menos durante uma hora.   Ainda não se sabe se ele possui poderes místicos semelhantes aos do druida Daniel Leclercq, seu antecessor mais ilustre que levou o Lens ao seu único título do Campeonato Francês em 1998, mas a palavra de Pierre Sage era digna de crédito quando anunciou, antes da primeira partida após a pausa, que o recesso de Natal não havia tido nenhum efeito negativo sobre sua equipe. Em Toulouse, contra um adversário em boa fase e apoiado por 30.000 torcedores corajosos que enfrentaram o frio, seus jogadores demonstraram com estilo que a liderança do campeonato era totalmente merecida.   Pelo contrário, mantiveram o toque de loucura que os acompanha desde o início da temporada, com a sétima vitória consecutiva no Campeonato Francês, igualando o recorde do clube, já alcançado três vezes na história do Sang et Or (em 1956-1957, 1997-1998 e 2022-2023). Uma estatística bastante impressionante que pode reforçar ainda mais seus pontos fortes atuais, já que nas três temporadas anteriores, o Lens havia terminado pelo menos em 2º lugar.   Na sexta-feira, porém, o placar não deveria ser usado para avaliar a diferença entre as duas equipes. O Real Madrid controlou o ritmo inicialmente, raramente enfrentando ameaças reais, e nas poucas ocasiões em que isso aconteceu, Robin Risser foi perfeitamente protegido pelo sólido trio de zagueiros Ganiou, Baidoo e Sarr. A expulsão precoce de Emersonn (aos 23 minutos) deveria tê-los colocado na melhor posição possível para garantir a vitória, mas, paradoxalmente, eles vacilaram. "Acho que cochilamos nos últimos quinze ou vinte minutos do primeiro tempo", lamentou Wesley Saïd à Ligue 1+. "Caímos na armadilha deles. Mas depois, sabíamos que poderíamos desgastá-los."   A previsão do atacante do Lens estava correta, e o Lens, impulsionado pela sua força coletiva, não precisou depender exclusivamente do talento do seu armador, Florian Thauvin, que não teve uma atuação brilhante. Após um início promissor, o jogador da seleção teve dificuldades para manter o ritmo e acabou irritando a torcida do estádio, que o criticou por algumas reações exageradas após a expulsão de Emerson. Ele foi vaiado quando provocou Charlie Cresswell durante a comemoração do primeiro gol.   Mas foi o ex-jogador do Olympique de Marselha quem iniciou o ataque com um cruzamento pela direita, e foi Saïd quem merecidamente marcou, beneficiando-se de uma assistência inesperada do jovem Alexis Vossah (17 anos), que inadvertidamente se tornou o responsável pelo passe decisivo (57º minuto). Tendo já marcado o gol da vitória em Nantes (2-1), o atacante foi comemorar este gol, o seu sétimo na temporada, diante dos 1.200 torcedores do Lens, tornando-se o artilheiro do clube, ao lado de Odsonne Édouard, posição que preencheu com sucesso. Seu companheiro de ataque estava fora de campo desde os 37 minutos, pois não conseguiu se recuperar da pancada que sofreu na dividida com Emersonn. E embora a decisão de expulsar o brasileiro possa parecer severa, não foi de forma alguma um erro. Mudou o clima da partida, que foi marcada por algumas confusões. Mas não influenciou o ímpeto do Lens.   Ainda em ótima fase, o RCL é de fato o campeão do outono. "Isso mostra que estamos à altura do desafio; é uma grande recompensa para os jogadores, mesmo que seja um título honorário", analisou Sage na sexta-feira, que pretende construir o ímpeto gradualmente para evitar que sua equipe se torne dominante muito rapidamente. "A jornada importa, assim como as atuações. Estamos indo passo a passo. Nosso objetivo é chegar aos 52 pontos, que acreditamos ser o mínimo para se classificar para a Europa."   Nesse ritmo, o Lens, que já tem 40 pontos, pode alcançar a meta em breve, impulsionado pelo sucesso empolgante que acompanha este jovem time rubro-dourado, cinco dos quais tinham 21 anos ou menos quando Édouard deixou o clube. Na sexta-feira, Ismaëlo Ganiou (20 anos) foi talvez o seu melhor embaixador. O jovem zagueiro, descrito por Sage como um "amuleto da sorte" porque o Lens sempre vencia quando ele jogava, marcou o terceiro gol com um chute potente, após o gol de Adrien Thomasson aos 85 minutos. Com esta prestigiosa vitória, o Lens agora tem quatro pontos de vantagem sobre o PSG, que encerrará o fim de semana com o dérbi parisiense contra o PFC no domingo. Depois disso, será hora de se concentrar nas próximas partidas de janeiro, contra Auxerre e Le Havre, intercaladas com um confronto em Marselha. Um duelo direto pela liderança que precisarão administrar bem para almejarem algo muito, muito alto.

  • PSG oferece € 800 a sócios para assistir ao Troféu dos Campeões no Kuwait

    Em Paris, os torcedores terão uma surpresa neste fim de ano. Depois do pacote promocional para o jogo PSG-Monaco no Catar no ano passado, o clube da capital lançou uma oferta semelhante para que seus sócios-torcedores mais fiéis possam assistir à partida da Champions Trophy contra o Olympique de Marselha (8 de janeiro), segundo o jornal Le Parisien. Por € 800, este "pacote de viagem" inclui transporte de ida e volta, refeições a bordo, traslados locais e ingresso para a partida.   O PSG já havia oferecido pacotes similares para a final da Copa Intercontinental, em dezembro de 2025, e para as semifinais e a final do Mundial de Clubes no julho do mesmo ano.   Por outro lado, os torcedores do Olympique de Marselha anunciaram seu boicote, apesar da ajuda financeira inicialmente oferecida pelo clube para facilitar a viagem ao Oriente Médio. Nesta sexta-feira, o técnico do Olympique de Marselha, Roberto De Zerbi, também manifestou sua oposição à mudança de local da partida.

  • Justiça condena PSG a pagar € 60 milhões a Kylian Mbappé

    O Paris Saint-Germain terá de pagar € 60 milhões (cerca de R$ 390 milhões) a Kylian Mbappé. A decisão anunciada nesta terça (16/12) por um tribunal francês envolve uma disputa sobre salários e bônus não relacionados ao contrato assinado na época que Mbappé defendia o PSG, antes da transferência do atacante para o Real Madrid, em 2024.   O Paris Saint-Germain, por outros motivos, exige € 440 milhões (cerca de R$ 2,8 bilhões) do jogador, afirmando que sofreu prejuízo financeiro e uma "oportunidade perdida" após a transferência do atacante para o clube espanhol.   Os representantes de Mbappé disseram que a decisão “confirmou que nossos acordos foram honrados. Reafirmou uma verdade simples: mesmo no futebol profissional, a legislação trabalhista se aplica a todos”. Não houve reação imediata do PSG.   A relação entre Mbappé e o PSG começou a se deteriorar quando o atleta decide, em 2023, não renovar o contrato que expiraria em 2024.   O PSG afirmou que Mbappé decidiu renovar seu contrato por quase 11 meses, de julho de 2022 a junho de 2023, antes de o clube decidir realizar a transferência, o que causou grandes prejuízos financeiros.   O clube é acusado de violar obrigações contratuais e princípios legais.   O PSG rejeita todas as acusações de ausência, embora Mbappé participe de 94% dos jogos da temporada 2023-24 e continue trabalhando em condições compatíveis com a Liga Profissional de Futebol.

  • Endrick é o novo reforço do Lyon

    Depois de atuar apenas 99 minutos na temporada com a camisa do Real Madrid, o atacante Endrick iniciará sua trajetória no Lyon, clube para o qual foi emprestado até o término da atual temporada, em busca de espaço e de uma vaga na seleção brasileira que disputará a Copa do Mundo de 2026.   Depois de atuar apenas 99 minutos na temporada com a camisa do Real Madrid, o atacante Endrick iniciará sua trajetória no Lyon, clube para o qual foi emprestado até o término da atual temporada, em busca de espaço e de uma vaga na seleção brasileira que disputará a Copa do Mundo de 2026.   O técnico Paulo Fonseca terá tempo de conhecer o jogador e ajudar em sua adaptação até a partida diante do Lille, pela Copa na França, no dia 11 de janeiro, fora de casa, no Stade Pierre-Mauroy. Caso o ex-atleta do Palmeiras ainda não esteja disponível, ele poderá estrear diante da torcida, no Groupama Stadium, no dia 18, contra o Brest, pela Ligue 1.   Mesmo contratado para ser titular do Lyon, Endrick terá de superar a concorrência do uruguaio Martin Satriano, que soma três gols e uma assistência na temporada, e do jovem português Afonso Moreira, de 20 anos, que contabiliza quatro gols e cinco assistências em 19 jogos. Já a promessa belga Malick Fofana se recupera de lesão no tornozelo.

  • PSG é campeão mundial de clubes

    O Paris Saint-Germain conquistou o título da Copa Intercontinental nesta quarta (17/12) na final disputada em Doha, no Catar. Apesar das dificuldades enfrentadas e ter desperdiçado muitas chances, o PSG venceu o Flamengo nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação. Na disputa das penalidades máximas, o PSG venceu por dois a um. Este foi o sexto troféu do ano do Paris Saint-Germain. O Flamengo, que perdeu quatro cobranças de penalidades máximas, chegou ao seu segundo vice mundial.   Com a conquista da Copa Intercontinental, o Paris Saint-Germain confirmou seu domínio no futebol mundial em 2025 e ampliou sua coleção de troféus da temporada. Já coroado campeão da Champions League, da Ligue 1, da Supercopa da França, da Copa da França e da Supercopa da Uefa, o clube de Paris venceu o Flamengo e alcançou um inédito título para o futebol francês. A vitória na final da Copa Intercontinental foi selada nos pênaltis, brilhando o goleiro russo Matvei Safonov, que defendeu quatro cobranças.   Os parisienses começaram bem, impondo seu ritmo e dominando a posse de bola contra os brasileiros. As primeiras chances surgiram rapidamente: Lee Kang-in (3º minuto) e depois João Neves (4º minuto) pressionaram a defesa brasileira. Aos 9 minutos, Fabian Ruiz chegou a abrir o placar com um chute de longa distância, mas o gol foi anulado porque, segundo a arbitragem, a bola havia saído pela ,linha de fundo na mesma jogada.   Encontrando finalmente o seu ritmo, os brasileiros reagiram, principalmente com um chute de longa distância de Erick Pulgar que foi bem defendido por Matvei Safonov (17º minuto). Marquinhos se destacou ao cortar um cruzamento perigoso de Alex Sandro (24º minuto). Apesar desse breve período de pressão do adversário, o PSG manteve o controle. Merecidamente recompensados ​​pelo seu domínio, o PSG abriu o placar aos 38 minutos. Após cruzamento de Désiré Doué, o goleiro Agustín Rossi não segurou a bola e Khvicha Kvaratskhelia aproveitou o rebote na segunda trave para colocar a equipe francesa em vantagem (1-0).   No segundo tempo, o Flamengo reagiu bem contra um PSG passivo nos primeiros minutos após o intervalo. Marquinhos tocou no tornozelo de Giorgian de Arrascaeta. O uruguaio caiu na jogada e o árbitro assinalou pênalti. Jorginho cobrou e empatou.   Em seguida, o Paris Saint-Germain pressionou e "alugou" o campo do Flamengo. Apesar do domínio, o PSG encontrou dificuldades para criar chances claras de gol. Embora o Flamengo tenha feito um contra-ataque fulminante (aos 84 minutos), mas que não foi convertido em gol. No último minuto dos acréscimos do segundo tempo, o Paris Saint-Germain achou que iria fazer o gol da vitória com um potente chute cruzado de Ousmane Dembélé, que Marquinhos não aproveitou na pequena área e chutou muito mal.   As duas equipes foram, portanto, para a prorrogação. Apesar das duas boas tentativas, Ousmane Dembélé (aos 115 e 116 minutos) não conseguiu balançar a rede, mostrando claramente ainda estar fora de forma, já que o melhor jogador do mundo volta de lesão. O empate persistiu na prorrogação e as equipes foram decidir o título nos pênaltis. Na disputa de pênaltis, apesar dos erros de Ousmane Dembélé, que chutou por cima do travessão, e Bradley Barcola, que parou na defesa do goleiro adversário, o PSG contou com o brilho do goleiro Matvei Safonov, que defendeu quatro cobranças de pênaltis do Flamengo.   Pouquíssimo exigido durante a partida e sem poder fazer muita coisa na cobrança de pênalti de Jorginho durante o tempo normal, o goleiro russo de 26 anos foi brilhante na disputa de pênaltis. Após sofrer o primeiro pênalti, cobrado por Nicolás de la Cruz, ele fez quatro defesas consecutivas nas cobranças de Saúl Ñíguez, Pedro, Léo Pereira e Luiz Araújo. Ele foi carregado nos ombros pelos companheiros após a última defesa, que selou o título de campeão da Copa Intercontinental para o Paris Saint-Germain.   A baixa da partida foi de Lee Kang-In. O sul-coreano sofreu uma lesão na coxa esquerda aos 35 minutos de jogo. Esta é mais uma lesão para o Paris Saint-Germain, que vem sofrendo com problemas físicos desde o Mundial de Clubes, disputado durante o verão europeu. Aliás, esta foi a única competição que o PSG perdeu na temporada. O clube francês chegou à final, mas foi derrotado pelo Chelsea.   Com o título da Copa Intercontinental, o Paris Saint-Germain passa a ser o terceiro clube do mundo a conquistar a sêxtupla coroa (Champions League, Ligue 1, Supercopa da França, Copa da França, Supercopa da Uefa e, agora, Copa Intercontinental). Antes do PSG, apenas Barcelona (2009) e Bayern de Munique (2020) alcançaram a sêxtupla.

  • Ousmane Dembélé é eleito o Melhor Jogador do Ano pela FIFA em 2025

    O Paris Saint-Germain foi o centro das atenções na cerimônia de premiação The Best da FIFA na terça-feira (16/12). O atacante Ousmane Dembélé foi eleito o Melhor Jogador do Ano pela FIFA, enquanto seu treinador, Luis Enrique, também recebeu um prêmio individual. E, simbolizando um grande ano, marcado pelo primeiro título da Liga dos Campeões de clubes, seis jogadores do PSG estão incluídos na seleção dos melhores do ano.   O Paris Saint-Germain está onipresente. Enquanto tenta conquistar seu sexto troféu de 2025 na Copa Intercontinental nesta quarta-feira, o clube parisiense roubou a cena com diversos prêmios na cerimônia do The Best.   Começando pelo mais recente vencedor da Bola de Ouro: Ousmane Dembélé foi homenageado com o prêmio de melhor jogador do ano. O francês superou Kylian Mbappé e Lamine Yamal.   Presente em Doha, no Catar, para a final da Copa Intercontinental, o atacante parisiense compareceu à cerimônia. "Queria agradecer a todos os meus companheiros de equipe. O trabalho duro compensa. Agradeço à minha família, ao PSG, com quem tivemos um ano fantástico", disse Dembélé, refletindo sobre o ano, marcado principalmente pelo título da Champions. "Obrigado a Gianni Infantino, recebi sua mensagem no meu aniversário. Espero voltar no ano que vem."   No feminino, a espanhola Aitana Bonmati foi coroada à frente de suas compatriotas Mariona Caldentey e Alexia Putellas.   O técnico Luis Enrique ganhou o prêmio de melhor treinador do ano. O técnico espanhol, que levou o PSG ao seu primeiro título da Liga dos Campeões, sucede Carlo Ancelotti na premiação. Luis Enrique não esteve presente na cerimônia.   Mas as conquistas do PSG não pararam por aí. Como símbolo do desempenho excepcional da equipe neste ano, seis jogadores do clube da capital da França figuram na Seleção do Ano masculina. Na escalação, Ousmane Dembélé foi acompanhado por Vitinha, os laterais Hakimi e Nuno Mendes, o zagueiro Pacho e o goleiro Donnarumma, que agora defende o Manchester City. O italiano também eleito o Melhor Goleiro do Ano. Van Dijk, Palmer, Bellingham, Pedri e Yamal completam esse time dos sonhos.   Lista completa dos vencedores do prêmio The Best: Jogador do Ano (Masculino): Ousmane Dembélé Jogadora do Ano (Feminino): Aitana Bonmati Técnico do Ano (Masculino): Luis Enrique Técnica do Ano (Feminino): Sarina Wiegman Goleiro do Ano (Masculino): Gianluigi Donnarumma Goleira do Ano (Feminino): Hannah Hampton Prêmio Puskás: Santiago Montiel Prêmio Marta: Lizbeth Ovalle Prêmio Escolha dos Torcedores: Torcedores do Zakho SC, clube iraquiano Prêmio Fair Play: Andreas Harlass-Neuking Seleção do Ano (Feminino - 4-3-3): Hampton, Bronze, Williamson, Paredes, Battlle, Bonmati, Guijarro, Pina, Caldentey, Russo, Putellas Seleção do Ano (Masculino - 4-4-2): Donnarumma, Hakimi, Pacho, Van Dijk, Nuno Mendes, Palmer, Bellingham, Vitinha, Pedri, Lamine Yamal, Dembélé.

  • Dois gols anulados pelo VAR, e Olympique de Marselha vence Monaco

    Apesar de ter sido dominado pelo Monaco, o Olympique de Marselha conseguiu garantir uma vitória por 1 a 0 graças a um gol tardio de Greenwood, em partida válida pela 16ª rodada da Ligue 1 neste domingo (14/12).   Era o clássico da 16ª rodada da Ligue 1. O pontapé inicial foi atrasado em 12 minutos devido ao uso de sinalizadores, e, por fim, a fumaça branca emanou de Marselha. Nesta partida disputada, repleta de chances e com cortes em cima da linha para ambos os lados, foi o OM quem saiu vitorioso.   O time de Roberto de Zerbi começou em ritmo alucinante, com a arrancada de Greenwood (4º minuto) e o gol perdido por Aubameyang à queima-roupa (6º minuto). Durante 20 minutos, apenas um time estava em campo: o OM. Nos 25 minutos seguintes, até o intervalo, o Monaco dominou. Rulli chegou a brilhar na frente de Minamino (42º minuto), enquanto Höjbjerg salvou o chute de Balogun em cima da linha (43º minuto).   Após o intervalo, o Monaco pressionou imediatamente, mas Minamino desperdiçou uma ótima oportunidade logo aos 13 segundos do reinício da partida. Em seguida, Lamine Camara teve um gol anulado após revisão do VAR (51º minuto). O Monaco teve outras oportunidades, mas o Olympique de Marselha conseguiu se reorganizar e controlar a última meia hora de jogo.   Kehrer também fez um corte providencial em cima da linha após um chute de O'Riley (56º minuto), Hradecky defendeu uma finalização de Aubameyang (69º minuto) e Greenwood quase marcou com um chute de longa distância (68º minuto). O Monaco também poderia ter conquistado a vitória, mas Minamino, claramente displicente na frente do gol, perdeu o duelo cara a cara com Rulli (74º minuto).   Balogun, por sua vez, teve um gol anulado por impedimento (81º minuto). E um minuto depois, o inevitável Greenwood levou o Vélodrome ao delírio (1 a 0, 82º minuto), enquanto Biereth perdeu a chance de empate após um corte espetacular de Aguerd. Em Marselha, não há papa, mas a confirmação de um novo rei.   Sabemos que ele é capaz de momentos de brilhantismo, de chutar com os dois pés, e no domingo à noite, o atacante desferiu um golpe certeiro contra o Monaco. Suas arrancadas de velocidade, como a do 4º minuto, e seus chutes potentes e precisos, como aquele que passou raspando a trave (69º minuto), estiveram todos em plena exibição. Mas acima de tudo, Greenwood garantiu a vitória para o OM com um chute de primeira após passe de Höjbjerg (82º minuto). Com seu 11º gol na Ligue 1 nesta temporada, o inglês ajudou sua equipe a retomar a terceira colocação na tabela, ultrapassando o Lille, que mais cedo naquele dia havia vencido uma partida emocionante contra o Auxerre (4-3).

  • Strasbourg e Lorient não marcam e fazem jogo fraco

    O Strasbourg, que liderou a fase de grupos da Conference League, está em má fase no campeonato francês. Contra o Lorient, neste domingo (14/12)os alsacianos finalmente encerraram uma sequência de três derrotas, mas ainda não conseguiram a vitória (0-0). A equipe de Liam Rosenior criou chances contra o Lorient, como a cabeçada de Doukouré defendida por Mvogo (20º minuto). Mas o time de Morbihan também teve algumas oportunidades claras e poderia ter buscado um resultado melhor. O mesmo aconteceu com a torcida do RCSA, já que a partida precisou ser interrompida por alguns minutos no final devido à baixa visibilidade causada pelo uso de sinalizadores. Com este resultado, o Strasbourg ocupa a 7ª posição, enquanto o Lorient permanece em 12º.

  • Lille vence em Auxerre em jogo de sete gols e quatro cartões vermelhos

    Num jogo completamente maluco, o Lille venceu o Auxerre (4-3) neste domingo (14/12) e assumiu provisoriamente o terceiro lugar na Ligue 1. Foi uma loucura, absolutamente uma loucura: sete gols, quatro cartões vermelhos e, no fim, o Lille cumpriu sua missão. Depois de vencer seus três jogos anteriores na Ligue 1, o LOSC tinha a oportunidade de pressionar significativamente o Olympique de Marselha na corrida por uma vaga entre os três primeiros colocados e a classificação direta para a Liga dos Campeões. Precisavam vencer em Auxerre, e o time de Bruno Genesio fez exatamente isso após uma partida com um roteiro improvável (4-3). Abrindo o placar aos 16 minutos com Haraldsson, que aproveitou o rebote após Leon espalmar o chute de Sahraoui (0-1, 16 minutos), o Lille ficou com dez jogadores quando Ngoy foi expulso por impedir uma clara oportunidade de gol perto do meio-campo, quando Namaso tinha a chance livre na cara do gol (39 minutos).   O Auxerre pressionou, desperdiçou chances (que gol perdido por Diomandé a um metro do gol!), antes de empatar com um cabeceio de Sinayoko, após escanteio cobrado por Danois (1-1, 57º minuto). Com um jogador a menos depois de Akpa receber o segundo cartão amarelo (60º minuto), o clube da Borgonha continuou pressionando e Mbemba sofreu uma falta (2-1, 66º minuto). Sem sorte, o Lille conseguiu reagir de forma admirável. Bentaleb empatou com um chute de pé esquerdo de fora da área (2-2, 77º minuto) e o jovem Soriba Diaoune, com apenas 18 anos, recolocou o LOSC na frente com uma jogada individual brilhante, marcando seu primeiro gol na Ligue 1 (2-3, 80º minuto).   Mas a loucura não havia acabado. Como o Auxerre empatou o jogo em 3 a 3 graças a um pênalti convertido por Sinayoko após falta de Correia (3 a 3, 83º minuto), Benjamin André fez jus ao seu status de capitão ao marcar o quarto gol do Lille, de cabeça (86º minuto), após cruzamento de Perraud em cobrança de escanteio curta. Perraud, que havia sido fundamental na vitória, foi expulso dois minutos depois por uma discussão com El-Azzouzi, que também recebeu cartão vermelho no final da partida (89º minuto). O Auxerre pressionou, mas nada mudou após este jogo já dramático. Com este resultado, o Lille permanece provisoriamente em terceiro lugar. O Auxerre, por sua vez, permanece em 16º e na zona de repescagem para o rebaixamento.

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