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  • Nantes tem empate amargo em Le Havre

    Depois de abrir o placar com Abline, o Nantes se contentou em defender e conseguiu fazê-lo com sucesso durante boa parte da partida. Mas a tenacidade do Le Havre finalmente deu resultado com um gol de Lloris no final, permitindo que a equipe evitasse uma derrota dolorosa. Os Canários agora estão apenas um ponto acima da zona de rebaixamento, atualmente ocupada pelo Lorient.

  • Monaco é arrasado no Principado e leva quatro gols do Lens

    Neste sábado (08/11), no Estádio Louis-II, o Lens dominou um Monaco decepcionante, que logo ficou com dez jogadores em campo. A equipe de Pierre Sage se junta ao Olympique de Marselha na liderança da tabela. O Sangue e Ouro atacam com força. O Monaco, abandonado por seus principais jogadores, voltou aos seus velhos hábitos no sábado à noite, humilhado pelo Lens (4-1), e perdeu o segundo jogo consecutivo em casa, permitindo que os nortistas se juntassem ao Marseille na liderança do campeonato. Merecendo a vitória em Mônaco, os comandados de Pierre Sage, apoiados por mil torcedores fervorosos nas arquibancadas, apresentaram uma atuação dominante e inspirada contra um time da Liga dos Campeões. Esta prestigiosa vitória, a quarta em cinco jogos, mantém o time empatado na liderança da tabela com o Olympique de Marselha, ambos com 25 pontos, aguardando o jogo do Paris Saint-Germain em Lyon, no domingo à noite.   O Monaco, por outro lado, continua oscilando entre o colapso total e a inconsistência desde a chegada de Sébastien Pocognoli como treinador, há um mês. Esta segunda derrota consecutiva em casa deixa a equipe do Principado cinco pontos atrás do adversário desta noite.   Enquanto, na altura da demissão de Adi Hütter, a 9 de outubro, após um empate a 2-2 contra o Nice, o Monaco estava invicto há 12 jogos no Stade Louis-II (10 vitórias e dois empates), os rubro-brancos sofreram duas derrotas em três jogos desde então. O treinador belga terá muito trabalho durante esta pausa para reestruturar uma equipe em desordem.   A partida começou em ritmo acelerado, com ataques de ambos os lados. Após dez minutos, Pocognoli e Sage se perguntavam como seus respectivos times ainda não estavam em vantagem.   O Monaco desperdiçou duas chances. A primeira veio após o primeiro escanteio do Lens. Com Malang Sarr e seus companheiros de equipe em posição de ataque, Aleksandr Golovin, lançado por Caio Henrique, ficou cara a cara com Robin Risser.   O jovem francês não deu chances ao russo, que, como uma mariposa, se antecipou (3º minuto). Golovin tentou se recuperar rapidamente. Após uma bela tabela, encontrou Folarin Balogun bem posicionado, mas seu chute foi fraco (6º minuto).   Após essas duas oportunidades perdidas, o Monaco e seu capitão Thilo Kehrer, que estava praticamente desaparecido em campo, começaram a entregar a bola de presente para o Lens. Depois de Odsonne Édouard cabecear um cruzamento de Jonathan Gradit na trave (9º minuto), o ex-jogador do Celtic Glasgow marcou.   Após mais um mau corte de Kehrer no meio-campo, Florian Thauvin invadiu a área e cruzou para Adrien Thomasson. Philipp Köhn, goleiro do Monaco, defendeu o chute do capitão do Lens, mas espalmou a bola de volta para Édouard, que não desperdiçou a chance (1 a 0, 21º minuto).   O Monaco empatou com um pênalti sofrido e convertido por Folarin Balogun (1 a 1, 37º minuto), mas o Lens continuou atacando sob a pressão da dupla Teze-Kehrer. Wesley Saïd foi preciso e os nortistas merecidamente retomaram a vantagem (2 a 1, 40º minuto).   As coisas desandaram completamente para o Monaco pouco antes do intervalo, quando Balogun foi expulso por uma entrada violenta em Mamadou Sangaré (45º minuto). Logo em seguida, Sangaré, visivelmente recuperado, driblou a defesa do Nice em mais um contra-ataque e coroou sua impressionante atuação com um gol, fazendo 3 a 1 (45+3).   No intervalo, Pocognoli substituiu Golovin, recuou Teze para o meio-campo e escalou Lucas Michal como ala-direito. Não fez diferença. O Lens ampliou o placar com mais um gol, de cabeça, marcado por Saïd (4 a 1, 60º minuto), o 12º da equipe na temporada em jogadas de bola parada! E para fechar com chave de ouro, Risser fez uma defesa crucial nos acréscimos (90+3) para impedir que Ansu Fati convertesse outro pênalti, que foi marcado para o Monaco, mas desperdiçado.

  • Auxerre perde do Angers e segue na lanterna a três pontos de sair do Z2

    Em um jogo onde uma equipe está em má fase e sofrendo com contratempos, é difícil encontrar um exemplo mais flagrante. Embora não tenha sido claramente dominado pelo Angers, o Auxerre sofreu mais uma derrota (0-2), agravada por uma gritante falta de pontaria em ambas as áreas. O SCO abriu o placar neste domingo (09/11) primeiro com um gol contra de Fredrik Oppegard (71º minuto, 1-0), após um chute desviado na sequência de um cruzamento de Sidiki Chérif, e depois com um chute à queima-roupa de Prosper Peter (88º minuto) após uma falha do goleiro Donovan Léon.

  • Emegha resolve, e Strasbourg despacha Lille

    Com dois gols contra o Lille (2-0), Emanuel Emegha ajudou o Strasbourg a subir para a quarta posição na Ligue 1, no domingo (09/11), durante a 12ª rodada. Emanuel Emegha, titular pela primeira vez em um mês e meio, marcou duas vezes na vitória do Strasbourg por 2 a 0 sobre o Lille, no domingo, pela 12ª rodada da Ligue 1. O Racing Strasbourg agora ocupa a quarta posição na tabela e está de volta aos trilhos, assim como seu rival local, o Metz, que também venceu o Lille por 2 a 1 e agora está em 14º lugar após sua terceira vitória consecutiva. Enquanto isso, o Auxerre está afundado na luta contra o rebaixamento após mais uma derrota, desta vez para o Angers por 2 a 0, e permanece na lanterna da tabela.   O estádio Meinau não o via desde 26 de setembro, em uma frustrante derrota por 2 a 1 para o Olympique de Marselha. Afastado por uma lesão na coxa, Emanuel Emegha retornou aos gramados contra o Lille e estava ansioso para fazer sua presença ser sentida. Diante de 30.000 torcedores em um estádio ainda em reforma, o atacante marcou dois gols (33º e 62º minutos), capitaneando a equipe, ajudando o Racing a subir para a 4ª posição, 3 pontos atrás da dupla líder.   Com uma eficiência diabólica, Emegha aproveitou ao máximo os dois únicos chutes a gol de sua equipe e pode agradecer à defesa do Lille, que veio à Alsácia para dar presentes. Primeiro, uma falha de comunicação entre Berke Özer e Nathan Ngoy, após um corte desnecessário – e mal executado – do goleiro turco, permitiu que ele colocasse a bola no fundo da rede com calma (33º minuto, 1 a 0). Em seguida, um passe para trás mal calculado de Olivier Giroud se transformou em um passe perfeito para Özer, novamente sem marcação (62º minuto, 2 a 0).   Dez dias após a partida em Nice, uma derrota pelo mesmo placar e já marcada por falhas defensivas gritantes, o Lille voltou a decepcionar, demonstrando falta de eficiência, como exemplificado pelo cabeceio de Ngoy desviado na trave por Mike Penders (16º minuto). A equipe também não conseguiu criar chances claras no final tenso, culminando com a expulsão de Liam Rosenior (65º minuto) por protesto excessivo. O Lille terminou o jogo com 10 jogadores após a expulsão de Calvin Verdonk por uma entrada imprudente (90+3).

  • Metz vence Nice e garante sua terceira vitória consecutiva

    O Metz certamente tem muita garra. Em desvantagem contra o Nice, Les Grenats (Os Maroons) conquistaram a terceira vitória consecutiva (2-1) neste domingo (09/11) e saíram da zona de rebaixamento. O Metz, ainda sem vencer antes da 10ª rodada, passará a pausa para os jogos das seleções na 14ª posição, uma colocação inesperada há apenas duas semanas, graças a Gauthier Hein, que converteu um pênalti sofrido por Juma Bah (53º minuto, 1-1), e Habib Diallo (84º minuto, 2-1), que recebeu um passe preciso e segurou a bola após um mau domínio de bola de Antoine Mendy.   O Nice, melhor time no primeiro tempo, sofreu sua terceira derrota em uma semana e lamentará a complacência demonstrada no segundo tempo. O Les Aiglons (As Águias) abriu o placar com uma jogada iniciada por Charles Vanhoutte, seguida por um belo gol de primeira de Mohamed-Ali Cho (35º minuto, 0-1), mas não conseguiu converter suas chances no final do primeiro tempo. Acordaram tarde demais e não aproveitaram o pênalti esperado no final da partida (89º minuto).

  • Defesa do Brest falha, e Olympique de Marseille vence e assume liderança

    Enquanto aguardava a partida do PSG contra o Lyon no domingo, o Olympique de Marselha retomou a liderança da Ligue 1 no sábado (08/11), após a vitória por 3 a 0 em casa contra o Brest, pela 12ª rodada. Radoslaw Majecki custou caro aos Piratas, cometendo uma falha crucial no primeiro gol do Olympique de Marselha. Essa é uma ótima maneira de voltar aos trilhos. Atordoado após a dolorosa derrota por 1 a 0 para a Atalanta Bergamo na quarta-feira, o Olympique de Marselha se recuperou no sábado no Vélodrome. Os comandados de Roberto De Zerbi conquistaram uma vitória tranquila por 3 a 0 sobre o Brest, pela 12ª rodada da Ligue 1.   Ángel Gomes abriu o placar com uma cobrança de falta, após uma falha grotesca de Radoslaw Majecki (25º minuto). Mason Greenwood ampliou para o Marseille de pênalti (33º minuto). E Pierre-Emerick Aubameyang fechou a goleada (82º minuto). Os Olympiques, agora com sua segunda vitória consecutiva na Ligue 1 após o triunfo por 1 a 0 sobre o Auxerre, assumem temporariamente a liderança do campeonato, um ponto à frente do PSG, que visita o Lyon no domingo (20h45).   A vitória do OM foi totalmente merecida, já que os jogadores de De Zerbi mostraram um lado muito mais ofensivo do que contra a Atalanta Bergamo. O Marseille dominou a posse de bola desde o início (64%). Aubameyang, muito eficiente em suas movimentações, fez várias corridas perigosas, mas não conseguiu acertar o alvo (1º e 6º minuto). Jogando com um bloco defensivo bem fechado, o Brest criou sua melhor chance aos 9 minutos, quando Pathé Mboup perdeu uma oportunidade de um contra um com o goleiro Geronimo Rulli, que estava bem posicionado.   Com o controle total da partida, graças em particular à parceria no meio-campo entre Höjbjerg e Vermeeren, e ao recuo de Greenwood, que teve uma atuação apática no primeiro tempo, e Paixão, o Olympique de Marselha abriu o placar aos 25 minutos. Em uma cobrança de falta sofrida após um toque de mão de Brendan Chardonnet, o chute de Ángel Gomes foi defendido por Majecki, que desviou a bola para o próprio gol (veja abaixo). O OM rapidamente ampliou a vantagem. Kenny Lala, ultrapassado por Paixão, cometeu uma falta dentro da área, e Greenwood cobrou com categoria, mandando Majecki para o lado errado (33 minutos).   Roy perdeu Bradley Locko por lesão e fez duas substituições no intervalo, com Lucas Tousart e Rémy Labeau Lascary entrando nos lugares de Mboup e Mama Baldé. Essas duas substituições tiveram um impacto positivo sobre o Brest, com o último obrigando Rulli a fazer uma defesa (52 minutos). O segundo tempo foi em grande parte sem incidentes, com o Olympique de Marselha satisfeito em manter a vantagem. A melhor chance do Brest surgiu de uma cabeçada para fora de Ángel Gomes (58º minuto). Mas Aubameyang, que não marcava há sete jogos, finalmente animou o Vélodrome. Após um cruzamento preciso do substituto Matt O'Riley, o atacante gabonês marcou um golaço (82º minuto). Este terceiro gol agravou ainda mais a situação do Stade Brestois, que não vence desde 28 de setembro, contra o Angers (2-0), pela 6ª rodada. O time ocupa a 14ª posição na Ligue 1, com 10 pontos.   O Brest estava sob pressão, sofrendo contra um Olympique de Marselha bastante incisivo, mas não se entregava. Infelizmente para os Piratas, Radoslaw Majecki tinha outros planos. Aos 25 minutos, o goleiro polonês de 25 anos (1 jogo pela seleção), o pior avaliado pelo L'Équipe (média de 4,22), mais uma vez decepcionou seus companheiros. Em uma cobrança de falta aparentemente fácil de Angel Gomes, dada a pouca força e o ângulo inadequado, Majecki desperdiçou completamente a oportunidade, e a bola acabou no próprio gol. "O primeiro gol, não há o que dizer. Vocês viram o que aconteceu", comentou Eric Roy à BeIN Sports antes do intervalo.   Antes dessa falha, ele já havia perdido uma defesa espetacular (aos 5 minutos), o que irritou seu treinador. Após esse erro, as coisas melhoraram, com Majecki fazendo uma defesa em um chute de Greenwood (aos 46 minutos) no início do segundo tempo.

  • Dois pênaltis e nenhum vencedor: Lorient e Toulouse ficam no empate

    Lorient e Toulouse empataram em 1 a 1 no domingo (09/11), pela 12ª rodada da Ligue 1. Pablo Pagis e Djibril Sidibé marcaram de pênalti. O Lorient permanece na zona de repescagem para o rebaixamento e pode terminar o fim de semana na zona de rebaixamento.   A má fase do Lorient continuou após a 12ª rodada da Ligue 1, com a equipe não conseguindo superar o Toulouse (1-1) no domingo à tarde, estendendo sua sequência sem vitórias para seis jogos (3 empates e 3 derrotas). Este ponto não é suficiente para tirá-los da 16ª posição, zona de rebaixamento, dependendo dos resultados das outras partidas do dia (Metz, 17º, recebe o Nice, enquanto o Auxerre, lanterna da tabela, visita o Angers).   Os Merlus (apelido do Lorient) tiveram sorte de ir para o intervalo com a vantagem, conquistada com o primeiro chute a gol da partida... que aconteceu aos 44 minutos. Após um cruzamento da direita de Igor Silva para a área, Djibril Sidibé fez uma falta defensiva em Arsène Kouassi, atingindo o rosto do goleiro com o braço direito.   O árbitro Hakim Ben El Hadj não hesitou em marcar pênalti, decisão confirmada pelo VAR, e Pablo Pagis aproveitou a oportunidade, marcando seu quarto gol na temporada. Antes disso, pouco havia acontecido: o Toulouse demonstrou um controle estéril contra um cauteloso time do Morbihan, com o único susto real sendo a finalização bloqueada de Emerson (aos 10 minutos).   O Lorient conquistou seu quarto pênalti na temporada... e finalmente converteu um. Após erros de Sambou Soumano, Aiyegun Tosin e Mohamed Bamba, foi a vez de Pablo Pagis cobrar com calma, mandando Guillaume Restes para o lado errado (44º minuto).   Felizmente, o jogo melhorou um pouco após o intervalo. O Toulouse se mostrou mais ousado, o chute de Emersonn foi defendido por Yvon Mvogo (61º minuto) e, o mais importante, Dayann Methalie sofreu um pênalti após ser derrubado por Arthur Avom Ebong.   Crime 35 minutos antes, Sidibé se redimiu ao vencer Mvogo no canto direito, mesmo com o goleiro suíço tendo se atirado para o lado certo (65º minuto). Inicialmente, sofrer o sexto pênalti em 12 jogos desanimou o Lorient, especialmente após a lesão de seu capitão, Laurent Abergel (60º minuto). Mas a equipe encontrou energia renovada, tentando furar o bloqueio defensivo do Toulouse. No entanto, o chute de Mohamed Bamba foi defendido por Guillaume Restes (84º minuto), que em seguida viu o chute de pé esquerdo de Jean-Victor Makengo bater no travessão (90+2). Assim, um Toulouse apático conquistou um ponto, o que ao menos lhe permitiu consolidar sua posição no meio da tabela (10º lugar) com 16 pontos. Um consolo bem-vindo.

  • Ultras do Nantes atacam torcedores do Rennes após retorno de Paris

    Após retornarem de Paris, membros do Roazhon Celtic Kop (o principal grupo de torcida ultra do Stade Rennais) foram atacados por ultras do Nantes no sábado (08/11) por volta das 4h da manhã. A polícia teve de intervir para conter a violência. Seis torcedores do Nantes foram presos.

  • Rennes supera Paris FC fora de casa e sobe na tabela

    Em uma partida morna, marcada por defesas de Brice Samba e duas bolas na trave do PFC, o Rennes conquistou uma vitória por 1 a 0 contra a corrente do jogo na sexta-feira (07/11). Os bretões agora somam duas vitórias consecutivas pela primeira vez nesta temporada. O primeiro confronto de alto nível entre o Paris FC de Bernard Arnault e o Rennes de François Pinault não proporcionou um espetáculo deslumbrante nesta sexta-feira à noite no Stade Jean-Bouin. Apesar de uma atuação apática de toda a equipe, o Rennes garantiu sua primeira vitória fora de casa na temporada com um gol do reserva Breel Embolo, que finalizou a jogada (1-0, 81º minuto).   Pela primeira vez nesta temporada, o Rennes registrou duas vitórias consecutivas... uma (curta) sequência que oferece algum alívio para Habib Beye. Mas os parisienses ficarão se perguntando por muito tempo como puderam perder esta partida. Dominante, mas ineficaz no final, o Paris FC foi inicialmente frustrado pelo talento de Brice Samba e depois sofreu com o azar, acertando a trave duas vezes (com Samir Chergui e Thibault De Smet).   Jogando num esquema 5-3-2 com um Quentin Merlin incomum na ala direita, o Rennes teve dificuldades para criar qualquer perigo real. No primeiro tempo, apenas um chute de Kader Meité, desviado por Obed Nkambadio, que retornou ao time titular após a passagem de Kevin Trapp pelo Monaco (vitória por 1 a 0 no último sábado), representou alguma ameaça (44º minuto). E se, no intervalo, em uma partida que em grande parte careceu de ritmo, os bretões estavam segurando o empate, deviam isso principalmente ao seu goleiro, Brice Samba.   Quase sem ser incomodado por uma cabeçada de Moustapha Mbow (32º minuto), o internacional francês provou ser decisivo após uma bela combinação entre Ilan Kebbal, Maxime Lopez e Pierre Lees-Melou. O chute do ex-jogador do Brest obrigou o goleiro do Rennes a fazer uma defesa reflexiva espetacular (35º minuto). Quatro minutos depois, ele voltou a ser decisivo, usando a técnica de cruzamento-chute em um mano a mano com Jean-Philippe Krasso (39º minuto).   O show de Brice Samba continuou no segundo tempo. Após um passe brilhante de Kebbal, Chergui viu seu chute potente e cruzado ser desviado pelo braço esquerdo do ex-jogador do Lens (47º minuto). E quando o goleiro do Rennes nada pôde fazer, foi salvo pela trave, assim como no chute à queima-roupa de Chergui após um cruzamento de Krasso para o segundo poste (65º minuto), e depois pelo travessão em um esplêndido chute de 20 metros de De Smet (77º minuto). O Rennes, com a ajuda de reservas, finalmente abriu o placar com um lançamento longo de Valentin Rongier para Breel Embolo (1-0, aos 81 minutos). Os bretões agora ocupam a 8ª posição com 18 pontos. Pela primeira vez nesta temporada, o Paris FC não conseguiu marcar em uma partida da Ligue 1 e permanece estagnado no meio da tabela (11º lugar, com 14 pontos).   Não é necessariamente motivo de comemoração para o Stade Rennais, mas o melhor jogador bretão desde o início da temporada é, sem dúvida, Brice Samba. O internacional francês (3 jogos pela seleção) teve mais uma atuação brilhante nesta sexta-feira à noite no Jean-Bouin. Ele fez três intervenções cruciais, com destaque para uma defesa espetacular contra Pierre Lees-Melou (35º minuto). Novamente eficaz contra Chergui (47º minuto), o ex-jogador do Olympique de Marselha teve suas chances salvas pela trave em chutes de Samir Chergui (65º minuto) e Thibault De Smet (77º minuto). Samba chegará a Clairefontaine na segunda-feira transbordando confiança.

  • Strasbourg vence Häcken na Suécia pela Liga Conferência

    O Racing Strasbourg venceu o time sueco Häcken por dois a um na quinta-feira (06/11). Liam Rosenior esperava uma reação forte após a goleada sofrida por sua equipe em Rennes (1-4, domingo). Mas o inglês certamente ficou decepcionado: embora o RCSA tenha vencido fora de casa contra o Häcken (2-1), nunca controlou a partida, apesar de ter 60% de posse de bola. Com um time reserva no início do jogo, desfalcado de Sarr, Moreira, Doué, El Mourabet, Ouattara, Panichelli e Barco, o Racing foi dominado por uma equipe que ocupa apenas a 10ª posição no campeonato sueco, faltando apenas uma rodada para o fim do campeonato. O gramado, em péssimas condições, não ajudou em nada o desenvolvimento do jogo da equipe.   Martial Godo, que deu a assistência em Bratislava (2-1), foi fundamental no primeiro gol de Julio Enciso (21º minuto). O ex-ponta do Fulham também marcou, no rebote, após uma jogada iniciada pelo substituto Diego Moreira (60º minuto). Mas, logo no pontapé inicial, os suecos diminuíram a diferença com um gol após um mal-entendido entre Omobamidele e Penders (61º minuto).   Os alsacianos, pressionados pelos adversários, estavam apavorados. Penders fez uma defesa espetacular em um chute de longa distância de Dahbo (70º minuto), e os suecos tiveram várias chances claras, principalmente com Rygaard (81º minuto). Sem um verdadeiro camisa 9 até a entrada do retornando Emmanuel Emegha aos 71 minutos, o time careceu de ímpeto ofensivo (0,94 xG em nove finalizações) e frequentemente recuava a bola com frequência.   Com sete pontos em três jogos, o Strasbourg ocupa a 8ª posição na tabela, na metade da fase de grupos do campeonato. Um resultado bastante lisonjeiro, considerando a qualidade um tanto irregular de suas atuações nesta campanha da Liga Europa.

  • Brasileiro Antony marca, e Lyon é superado por Real Betis na Liga Europa

    Apesar de ter poupado vários jogadores importantes, o Lyon dominou a maior parte do jogo, mas faltou poder ofensivo para superar o Real Betis (0-2) na quinta-feira (06/11). Esta primeira derrota na Liga Europa, após três vitórias, não impede o Lyon de se manter entre os oito primeiros colocados da tabela. A falta de opções no elenco do Olympique Lyonnais começa a ficar evidente, tanto em campo quanto nos resultados. Nesta quinta-feira, o time de Paulo Fonseca sofreu sua primeira derrota europeia para o Real Betis (0-2), sucumbindo às fragilidades defensivas e à incapacidade de criar perigo no ataque. Este revés não é muito prejudicial em termos de chances de classificação (o Lyon permanece entre os oito primeiros colocados da tabela), mas confirma uma trajetória descendente, impulsionada pelo cansaço geral: em seus últimos sete jogos, o OL conquistou apenas duas vitórias, dois empates e três derrotas. Isso acontece apenas três dias antes de receber o PSG pela Ligue 1, no domingo.   Como esperado, e como tem sido o caso ao longo desta temporada na Liga Europa, Paulo Fonseca fez rodízio no elenco. Mas, em vez de alterar um terço do seu onze inicial, ele quase dobrou a proporção na Andaluzia, mantendo apenas um jogador por linha da sua escalação inicial em Brest no último domingo (0-0): Martin Satriano no ataque, Tanner Tessmann no meio-campo, Moussa Niakhaté na defesa e Dominil Greif no gol.   Por cerca de vinte minutos, isso foi quase imperceptível, pelo menos até o terço final do campo do adversário. O Lyon inicialmente teve a posse de bola em Sevilha, chegando a controlar o jogo, mas sem criar o menor perigo. O problema: o adversário só precisava aumentar um pouco a intensidade para expor repentinamente suas fragilidades. A primeira chance real surgiu de um passe do primeiro jogador a iniciar o ataque, Mathys de Carvalho, interceptado e desviado para escanteio por Abde Ezzalzouli, que foi defendido por Dominik Greif (29º minuto). O escanteio passou pelo meio de uma defesa passiva e foi aproveitado pelo ponta esquerda do Betis dentro da pequena área (1-0, 30º minuto). Esse gol foi suficiente para mudar radicalmente o tom da partida. Antony ampliou a vantagem aproveitando uma cobrança de falta de 30 metros, por trás de uma linha defensiva compacta e bem na frente do goleiro do Lyon (2-0, 35º minuto). Mas, pouco antes disso, ele havia deixado Abner Vinicius para trás e quase cruzou para Cédric Bakambu dar o passe decisivo (32º minuto). E, logo em seguida, ele poderia ter recebido o segundo cartão amarelo, resultando em um cartão vermelho para o zagueiro brasileiro, que o derrubou em uma entrada violenta (39º minuto). No final das contas, o Lyon terminou o primeiro tempo com onze jogadores e conseguiu apenas dois chutes inofensivos ao gol (Tessmann, aos 43 minutos, e Molebe, aos 44 minutos).   Mas isso claramente não foi suficiente para Paulo Fonseca, que reformulou completamente o lado esquerdo do campo no intervalo, colocando Nicolás Tagliafico e Afonso Moreira nos lugares de Abner Vinicus, que cometeu quatro faltas em 45 minutos, e Enzo Molebe, cuja estreia como titular foi discreta. Foi por esse lado que surgiu a primeira jogada de ataque de qualidade: um drible entre as pernas de Khalis Merah seguido de um chute colocado que passou ao lado (48 minutos).   O segundo tempo do Lyon foi mais ofensivo, o que não surpreendeu. Mas o chute de De Carvalho foi defendido por Álvaro Valles (60 minutos) e o rebote de Tagliafico, após cruzamento de Moreira, também passou ao lado (73 minutos). A renovada agressividade do Lyon impediu que o time adversário criasse grandes sustos, com exceção da chance concedida a Ezzalzouli (64º minuto), novamente devido ao mau posicionamento no início da jogada.   Com um time muito mais próximo do seu onze inicial a partir dos 65 minutos (com as entradas de Tyler Morton e Pavel Sulc), o OL manteve uma posse de bola em torno de 66%, ao mesmo tempo que apresentou mais variedade em seu jogo ofensivo. Não foi o suficiente para voltar ao jogo e evitar a primeira derrota europeia da temporada, em uma noite na qual não conseguiu criar uma única chance clara de gol.

  • Brest e Lyon não saem do zero

    Com um jogador a menos aos 7 minutos, o Lyon conseguiu arrancar um ponto do Brest no empate em zero a zero neste domingo (02/11), no encerramento da 11ª rodada da Ligue 1. O Olympique Lyonnais claramente não gosta de correr riscos. Quatro dias depois de perder três pontos no Stade Jean-Bouin para o Paris FC, recém-promovido à Ligue 1 nesta temporada (3-3), o clube do Rhône cedeu outro empate em Brest (0-0) neste domingo à noite, na última rodada da Ligue 1. No entanto, considerando o desenrolar da partida, este ponto não tem o mesmo peso para o Lyon. Apesar de ter ficado com dez jogadores no início do jogo (veja abaixo), o OL se esforçou, mas não se deixou abater no primeiro tempo. E até melhorou. Embora Dominik Greif tenha defendido o chute de primeira de Ludovic Ajorque (27º minuto), o OL dominou a posse de bola (60%), enquanto o Brest teve dificuldades para imprimir poder de finalização e precisão aos seus ataques.   Jogado em um ritmo um pouco mais acelerado, o segundo tempo poderia ter visto Pathé Mboup abrir o placar com um belo chute colocado de pé direito no canto oposto. Impedimento (58º minuto). O mesmo pode ser dito do espetáculo apresentado, com apenas dois remates à baliza para o Brest e... nenhum para o Lyon, à medida que se aproximava o final da partida. A terceira tentativa à baliza poderia, e deveria, ter sido a da sorte para o Brest. Mas, após uma bela jogada pelo meio da defesa do Lyon, o remate de Rémy Labeau Lascary foi frustrado pela mão direita de Greif, que estava no chão (82º minuto). O Lyon poderia até ter conquistado uma vitória perfeita se Radoslaw Majecki não tivesse defendido o livre de Tyler Morton (90+1 minuto).   Sem vitória nem derrota, o Stade Brestois procura agora a sua primeira vitória em cinco jogos na Ligue 1 (três empates e duas derrotas). Aliás, só conseguiu uma vitória no estádio Francis-Le Blé em seis jogos esta temporada (uma vitória por 4-1 contra o Nice, a 20 de setembro, em comparação com três empates e duas derrotas). Quanto ao Lyon, embora este segundo empate consecutivo pouco contribua para melhorar sua posição na liga, mantém a equipe a três pontos do pódio. A solidez defensiva também é um ponto positivo, quatro dias antes de mais uma partida fora de casa, desta vez contra o Betis, em Sevilha, pela 4ª rodada da fase de grupos da Liga Europa. Os companheiros de Corentin Tolisso tiveram um início perfeito na competição (três vitórias, cinco gols marcados e nenhum sofrido).   A estreia de Pathé Mboup na temporada durou menos de seis minutos, quando Hans Hateboer (31 anos) derrubou Pathé Mboup com uma chuteira na panturrilha direita. Após inicialmente mostrar o cartão amarelo, Clément Turpin, o árbitro da partida, revisou o lance na lateral do campo e, corretamente, converteu o amarelo em vermelho (7º minuto).   Paulo Fonseca, o técnico do Lyon, decidiu então compensar a expulsão do holandês colocando em campo o lateral-direito inglês Ainsley Maitland-Niles, no lugar do meio-campista americano Tanner Tessmann (15º minuto). Jogando no esquema 4-4-1, o Lyon, apesar de estar com um jogador a menos, conseguiu controlar o jogo e sair com um ponto. Uma escolha tática que se mostrou acertada.

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