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- PSG ganha no Parc des Princes do Toulouse
Graças, em grande parte, a Ousmane Dembélé, que fez dois gols em um jogo pela quarta vez nesta temporada da Ligue 1, o Paris Saint-Germain garantiu uma vitória por 3 a 1 contra o Toulouse no Parc des Princes, na sexta-feira (03/04), dando início à 28ª rodada. Essa vitória é um bom presságio para o jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões contra o Liverpool, na quarta-feira. O jogo de ida foi um espetáculo deslumbrante, com destaque para a atuação magistral de João Neves. Ele marcou três gols – incluindo dois golaços de bicicleta – que contribuíram significativamente para a aula de futebol ofensivo do Paris Saint-Germain (6-3). Nesta sexta-feira à noite, o meia português foi poupado, assim como seus compatriotas Nuno Mendes e Vitinha, que ainda estavam em Atlanta com suas seleções nacionais menos de 72 horas antes. Mas isso não importou: o Paris Saint-Germain controlou novamente o primeiro tempo e garantiu a vitória por 3 a 1 em uma partida crucial tanto na disputa pelo título quanto para aumentar a confiança antes de receber o Liverpool na quarta-feira, no jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões. O clube da capital começou forte, com Khvitcha Kvaratskhelia particularmente incisivo, como evidenciado por um chute colocado bem defendido por Guillaume Restes (3º minuto). Ele então tabelou bem com Ousmane Dembélé em outro ataque (7º minuto), mas o georgiano não conseguiu finalizar ao gol. Em seguida, o Paris abriu o placar com um momento de brilhantismo de Ousmane Dembélé, um voleio primoroso sob o travessão da entrada da área (23º minuto). Erro de Safonov O PSG sofreu um gol muito rapidamente, apenas quatro minutos depois. Nesse meio tempo, um corte mal executado por Matvei Safonov, que foi encoberto após calcular mal a trajetória da bola, quase custou caro (26º minuto). Na jogada seguinte, ele deixou a bola escapar após inicialmente dominar um escanteio, permitindo que o capitão do TFC, Rasmus Nicolaisen, empatasse com uma cabeçada. O jogo continuou de pé alguns minutos depois, com outro gol de Dembélé, o seu 14º no ano, bem posicionado na segunda trave para completar de cabeça um cruzamento de Khvitcha Kvaratskhelia após um escanteio. O vencedor da Bola de Ouro de 2025 chegou a pensar que poderia completar um hat-trick no segundo tempo, o primeiro desde 1º de fevereiro de 2025 contra o Brest (5-2). Mas seu gol (54º minuto) foi anulado por impedimento. Ousmane Dembélé marcou dois gols em quatro dos sete jogos que iniciou como titular nesta temporada da Ligue 1. Em outras palavras, ele marcou dois gols em 57% das partidas do campeonato em que foi titular na temporada 2025-2026. Além do gol anulado, o segundo tempo foi mais tranquilo que o primeiro. O Paris Saint-Germain dominou a posse de bola, não criou muitas chances claras de gol, mas segurou a vantagem para garantir a vitória em seu retorno após a pausa para os jogos das seleções. Apesar da falta de precisão de Safonov, exemplificada por um corte mal calculado que foi interceptado por Dönnum no terço final do campo (73º minuto), o substituto Gonçalo Ramos ampliou a vantagem nos acréscimos com um chute colocado de fora da área (90+2º minuto). Apesar de alguns erros questionáveis do goleiro, que deixou a desejar diante de Hugo Ekitike, Mohamed Salah e Dominik Szoboszlai, o PSG, dominante na posse de bola, raramente foi ameaçado e garantiu a vitória essencial. Uma vitória bem-vinda por dois motivos: primeiro, na disputa pelo título, e segundo, antes do jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões contra o Liverpool, na quarta-feira.
- PSG lidera lista de jogadores mais bem pagos da Ligue 1
Como acontece todos os anos, o jornal L’Équipe publicou seu ranking dos jogadores mais bem pagos da Ligue 1 nesta temporada 2025-2026. Analisada anualmente por torcedores e observadores do futebol francês, a lista dos maiores salários da Ligue 1 foi divulgada pelo jornal L’Équipe nesta quinta-feira (02/4). O Paris Saint-Germain tem 16 jogadores entre os 30 mais bem pagos, com Ousmane Dembélé, atual melhor jogador do mundo, liderando a lista. O camisa 10 do PSG recebe, segundo informações, € 1,5 milhão brutos por mês. Ele está à frente de seus companheiros de equipe, como o capitão e brasileiro Marquinhos (€ 1,12 milhão) e da dupla Lucas Hernandez e Achraf Hakimi (€ 1,1 milhão). Após o top 12, o primeiro jogador que não é do Paris Saint-Germain é do Olympique de Marseille: Pierre-Emile Höjbjerg, com € 500.000, logo à frente de seus companheiros de equipe, Mason Greenwood e Geoffrey Kondogbia, que, segundo informações, recebem cerca de € 450.000 por mês cada um. Corentin Tolisso (Lyon) completa a lista na 19ª posição. Curiosamente, dois brasileiros estão neste ranking: Marquinhos e Igor Paixão. Surpreendentemente, o Stade Rennais tem dois jogadores neste Top 30: Brice Samba (21º, € 400.000) e Breel Embolo (23º, € 350.000). Sofiane Diop (Nice) também aparece no ranking, assim como dois jogadores do Monaco: Eric Dier e Denis Zakaria (29º e 30º, com € 330.000). Os 30 jogadores mais bem pagos da Ligue 1 de acordo com o L’Équipe: 1. Ousmane Dembélé (PSG): € 1.500.000 (euros) 2. Marquinhos (PSG): € 1.120.000 3. Achraf Hakimi (PSG): € 1.100.000 3. Lucas Hernández (PSG): € 1.100.000 5. Warren Zaire-Emery (PSG): € 950.000 6. Vitinha (PSG): € 900.000 6. Khvicha Kvaratskhelia (PSG): € 900.000 6. João Neves (PSG): € 900.000 9. Nuno Mendes (PSG): € 800.000 9. William Pacho (PSG): € 800.000 9. Fabián Ruiz (PSG): € 800.000 12. Bradley Barcola (PSG): € 550.000 13. Désiré Doué (PSG): € 500.000 13. Lucas Chevalier (PSG): € 500.000 13. Pierre-Emile Højbjerg (OM): € 500.000 16. Illia Zabarnyi (PSG): € 450.000 16. Mason Greenwood (OM): € 450.000 16. Geoffrey Kondogbia (OM): € 450.000 16. Corentin Tolisso (Lyon): € 450.000 20. Gonçalo Ramos (PSG): € 443.500 21. Brice Samba (Rennes): € 400.000 21. Nayef Aguerd (OM): € 400.000 23. Breel Embolo (Rennes): € 350.000 23. Igor Paixão (OM): € 350.000 23. Pierre Emerick Aubameyang (OM): € 350.000 23. Benjamin Pavard (OM): € 350.000 23. Leonardo Balerdi (OM): € 350.000 23. Sofiane Diop (Nice): € 350.000 29. Eric Dier (Mônaco): € 330.000 29. Denis Zakaria (Mônaco): € 330.000
- Árbitro francês Clément Turpin é alvo de críticas da torcida italiana
O árbitro francês Clément Turpin, que apitou a partida da repescagem para a Copa do Mundo de 2026 entre Bósnia Herzegovina e Itália, que terminou empatada em 1 a 1 e com vitória nos pênaltis da Bósnia por 4 a 1, irritou a torcida italiana ao expulsar Alessandro Bastoni, da Inter de Milão, pouco antes do intervalo. Já era uma lembrança ruim para os torcedores italianos. Clément Turpin já havia apitado a partida entre Itália e Macedônia do Norte, que se provou fatal para a classificação italiana para a Copa do Mundo de 2022, e foi novamente o árbitro da partida das eliminatórias contra a Bósnia-Herzegovina, que terminou com a vitória da Itália nos pênaltis. Moise Kean aproveitou uma falha do goleiro bósnio para abrir o placar, mas os italianos se irritaram pouco antes do intervalo, quando Clément Turpin mostrou o cartão vermelho para Alessandro Bastoni por uma falta em Amar Memic, que poderia ter anulado um gol. "Ele é um árbitro péssimo, e francês ainda por cima." Essa decisão não agradou aos torcedores da Nazionale, que viram seu time, já fragilizado pela derrota para a Bósnia, sofrer ainda mais no segundo tempo, antes do gol de empate da Bósnia levar o jogo para a prorrogação. "Turpin jamais o teria expulsado se os times estivessem invertidos (na Itália)", comentou um usuário na rede social X (antigo Twitter), referindo-se ao contexto da partida na Bósnia. "Ele é um árbitro péssimo, e francês ainda por cima", acrescentou outro. "Graças a um excelente Turpin e a Donnarumma (pelo seu mau corte que resultou no cartão vermelho), que claramente estão vestindo a camisa da Bósnia", reclama mais um torcedor da Nazionale. Outro torcedor italiano está falando sobre a missão de Turpin contra a Itália: Turpin marca falta em todas as simulações dos bósnios. Claramente, ele está lá com uma missão.
- Seleção francesa passa pela Colômbia em amistoso nos Estados Unidos
Depois de vencer o Brasil por 2 a 1, a França montou de novo sua força e ganhou da Colômbia por 3 a 1 neste domingo (29/03) em amistoso disputado no Northwest Stadium, em Washington, nos Estados Unidos. Desiré Doué, que marcou duas vezes, e Thuram foram os artilheiros franceses; o meia-atacante Campaz descontou para a seleção colombiana. O técnico Didier Deschamps modificou a equipe francesa e não repetiu o time titular da vitória sobre o Brasil. Olise, Dembélé e Mbappé começaram a partida no banco de reservas. Ainda assim, a seleção francesa foi superior à Colômbia. O próximo jogo da França será no dia 4 de junho, um amistoso contra a Costa do Marfim. A estreia na Copa do Mundo será no dia 16 de junho contra o Senegal.
- França tem jogador expulso e vence Brasil em amistoso em Boston
Menos de três meses antes da Copa do Mundo, a seleção francesa garantiu uma importante vitória contra o Brasil em Boston, na quinta-feira (26/03) por 2 a 1. Os Bleus conseguiram segurar o resultado mesmo jogando com um homem a menos, após a expulsão de Dayot Upamecano aos 55 minutos. Oitenta e dois dias antes da estreia na Copa do Mundo contra o Senegal, nos arredores de Nova York (16 de junho), os Bleus, com suas camisas verdes, tiveram um início promissor em solo americano nesta quinta-feira. Liderados pelo capitão Kylian Mbappé, que agora está a apenas um gol do recorde de gols marcados pela seleção francesa, eles garantiram uma vitória expressiva contra o Brasil (2 a 1) em um estádio de Boston lotado de torcedores brasileiros. Enquanto a Seleção Francesa inicialmente se concentrou em contra-ataques rápidos, os franceses apostaram na posse de bola sustentada, com um talentoso Michael Olise dando uma aula de futebol de samba aos adversários. Essas atuações promissoras foram um pouco prejudicadas pela expulsão de Dayot Upamecano (55º minuto), embora isso tenha permitido à equipe trabalhar sua resiliência. Eles precisarão dar continuidade a essa atuação contra a Colômbia, em Washington, no domingo (21h). O ritmo da partida em Boston foi lento, e a primeira pausa para hidratação após vinte minutos de jogo, sob um calor de 18 graus, não ajudou. Embora a França pudesse ter sido surpreendida por um chute colocado de pé esquerdo de Gabriel Martinelli, após um passe errado de Ousmane Dembélé (28º minuto), o vencedor da Bola de Ouro, posicionado aberto na ponta direita e recebendo poucos passes para permitir que Kylian Mbappé ocupasse a área central, reagiu. De fato, foi um passe perfeito do parisiense, após uma recuperação de Aurélien Tchouaméni, que permitiu a Mbappé vencer Ederson com um belo toque por cobertura (32º minuto, veja abaixo). O Brasil tentou principalmente a sorte de longe no primeiro tempo (4 chutes de fora da área em 6 tentativas), mas Mike Maignan se manteve relativamente tranquilo, enquanto Michael Olise deixou Casemiro para trás com uma mudança de direção (43º minuto). A França garantiu sua sexta vitória contra o Brasil (4 empates, 7 derrotas), tornando-se a seleção não americana com o maior número de vitórias contra a Seleção. No entanto, a Seleção aumentou a pressão após o intervalo e, após uma defesa de Maignan em um chute do substituto Luiz Henrique (50º minuto), Dayot Upamecano foi expulso por uma falta em Wesley, que estava cara a cara com o gol (55º minuto). A decisão foi tomada com o auxílio do VAR pelo árbitro Guido González. Em resposta, Didier Deschamps substituiu Aurélien Tchouaméni e Ousmane Dembélé por N'Golo Kanté e Maxence Lacroix (58º minuto). A posse de bola então mudou (65% para a França no primeiro tempo, 57% para o Brasil no segundo), mas os Bleus aproveitaram a situação para demonstrar sua força ofensiva nos contra-ataques. Para coroar uma exibição técnica soberba, Olise avançou pelo meio antes de encobrir sutilmente Hugo Ekitike. O atacante do Liverpool finalizou, assim como Mbappé, com um toque de classe (65º minuto), antes de ser substituído por Désiré Doué, que havia sido escolhido para começar jogando. A França agora marcou mais de um gol em cada uma de suas últimas dez partidas, aproximando-se do recorde estabelecido em 2000 (março-agosto de 2000, 12). O Brasil reacendeu as esperanças graças a um gol de Bremer após uma confusão na área em uma cobrança de falta (78º minuto) e um cabeceio do habilidoso Luiz Henrique (Zenit São Petersburgo). O zagueiro brasileiro quase ampliou a vantagem com um chute para fora no início dos acréscimos (90+1), mas os Bleus resistiram. Acometido por uma lesão no joelho há várias semanas, Kylian Mbappé não era titular do Real Madrid há um mês, mas o capitão francês não se contentou com apenas alguns minutos nesta partida de gala. Jogando centralizado, com o trio Dembélé, Olise e Ekitiké atrás dele, abriu o placar com um magnífico toque por cobertura, após um belo passe de Ousmane Dembélé, vencedor da Bola de Ouro (32º minuto). O primeiro jogador a marcar em sete partidas consecutivas pela seleção francesa desde Jean-Pierre Papin, entre setembro de 1990 e novembro de 1991, Mbappé ficou a apenas um gol do recorde de gols marcados pelos Les Bleus, ainda pertencente a Olivier Giroud (56 a 57). O atacante francês poderia ter igualado o recorde pouco depois, mas seu chute foi muito para fora em uma jogada na qual ele não conseguiu enxergar Hugo Ekitike, que estava melhor posicionado (37º minuto), antes de errar outra tentativa (43º minuto). Ele foi substituído por Marcus Thuram aos 65 minutos e terá que esperar para que o recorde seja quebrado.
- Brasil e França: rivalidade dentro e fora das quatro linhas
Por Marcio Arruda As duas seleções entram em campo nesta quinta-feira para escrever mais um capítulo deste clássico do futebol mundial. Repleto de rivalidade – é bem verdade que muito mais por parte dos brasileiros do que dos franceses –, o amistoso entre Brasil e França será disputado em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos. A rivalidade no futebol entre os dois países começou a surgir na Copa de 1986, no México, quando o Brasil foi eliminado pela França nos pênaltis. No Mundial de 1998, a seleção brasileira perdeu a final para os franceses, donos da casa, por 3 a 0. Oito anos mais tarde, na Copa disputada na Alemanha, nova derrota; desta vez por 1 a 0. O único triunfo brasileiro sobre os franceses em Copas aconteceu em 1958. Naquele Mundial, o Brasil despachou a França nas semifinais por 5 a 2, com três gols do então jovem de 17 anos Pelé. No futebol, ainda teve mais: na Copa das Confederações de 2001, a vitória da França por 2 a 1 impediu a seleção brasileira de chegar à final. Rivalidade nas quadras, nos tatames e nas pistas A rivalidade esportiva ultrapassa as quatro linhas. No esporte, Brasil e França já protagonizaram disputas que entraram para a história no vôlei – quem não se lembra da derrota brasileira nas semifinais da Olimpíada de Tóquio, em 2021? –, no judô, com confrontos equilibrados entre Rafaela Silva e Clarisse Agbegnenou, e no automobilismo, principalmente com Senna vs Prost:. Precisa escrever sobre este capítulo dourado da F1? No futebol, Brasil e França já se enfrentaram 16 vezes. O Brasil conquistou sete vitórias e acumulou cinco derrotas; as outras quatro partidas terminaram empatadas. Técnico da seleção francesa desde 2012, Didier Deschamps tem grande e respeitável carreira no futebol mundial. Ao lado do brasileiro Mário Jorge Zagallo e do alemão Franz Beckenbauer (ambos falecidos), o francês conquistou títulos em Copas como jogador (em 1998 ele era o capitão) e como treinador (em 2018). Somente os três conseguiram alcançar esta façanha. Didier Deschamps vs Brasil Deschamps já enfrentou a seleção brasileira em cinco oportunidades: duas como treinador e três como jogador. Com a bola no pé, Didier tem uma vitória, um empate e uma derrota. Na primeira vez que enfrentou os brasileiros, Deschamps saiu derrotado por 2 a 0 em jogo disputado no Parc des Princes, em Paris, em 1992. Em 1997, a partida terminou empatada com um gol para cada lado. O gol brasileiro foi marcado pelo lateral Roberto Carlos, naquela cobrança de falta que até hoje os físicos se surpreendem com a trajetória curva da bola. Na final da Copa disputada na França em 1998, Deschamps saiu de campo com a vitória por 3 a 0 e o primeiro título para seu país. O camisa 7 era o capitão da seleção francesa e ergueu a taça na primeira conquista da França. "O Brasil faz parte das grandes seleções do mundo, com muitas vitórias e títulos em Copas do Mundo. Eles perderam em 1998, mas venceram na sequência, em 2002. Hoje eles contam com grandes jogadores e um treinador muito bom", afirmou. Já no comando da seleção francesa, ele acumula duas derrotas em dois jogos: a primeira por 3 a 0 na Arena do Grêmio, em 2013, e a segunda, dois anos depois, por 3 a 1 no Stade de France. "Quando a França enfrenta o Brasil, é sempre um momento especial", completou Deschamps. Pelé Na lista de maiores artilheiros franceses na história deste confronto, estão três jogadores que marcaram, cada um, dois gols: Zinedine Zidane, que fez dois na final da Copa de 1998 (3 a 0), Michel Platini, que balançou as redes do Brasil em 1978 (1 a 0) e 1986 (1 a 1), e Didier Six, que marcou um em 1977 (2 a 2) e outro em 1981 (1 a 3). No lado do Brasil, Pelé foi o jogador que mais vezes fez a França chorar. O maior jogador da história marcou seis gols, sendo dois hat-tricks: um na semifinal da Copa de 1958 (5 a 2) e outro em 1963 (3 a 2), no Stade Yves-du-Manoir, em Colombes, na região de Paris. Atualmente, este estádio não recebe partidas oficiais de futebol, mas ali foi disputada a final da primeira Copa do Mundo na França, em 1938. Pelé, que marcou 1283 gols em 1363 partidas na carreira, tem 77 gols em 92 jogos pela seleção. A lista de todos os jogos entre Brasil e França é esta: Brasil 3x1 França em 26/03/2015 (Stade de France) Brasil 3x0 França em 09/06/2013 (Arena do Grêmio, Porto Alegre) Brasil 0x1 França em 09/02/2011 (Stade de France) Brasil 0x1 França em 01/07/2006 (Deutsche Arena, em Frankfurt) – Copa do Mundo na Alemanha Brasil 0x0 França em 19/05/2004 (Stade de France) Brasil 1x2 França em 07/06/2001 (Suwon Stadium, na Coreia do Sul) – Copa das Confederações Brasil 0x3 França em 12/07/1998 (Stade de France) – Copa do Mundo da França Brasil 1x1 França em 03/06/1997 (Stade de Gerland, em Lyon) Brasil 2x0 França em 26/08/1992 (Parc des Princes) Brasil 1x1 (3x4) França em 21/06/1986 (Estádio Jalisco, em Guadalajara) – Copa do Mundo no México Brasil 3x1 França em 15/05/1981 (Parc des Princes) Brasil 0x1 França em 01/04/1978 (Parc des Princes) Brasil 2x2 França em 30/06/1977 (Maracanã) Brasil 3x2 França em 28/04/1963 (Stade Yves-du-Manoir, em Colombes, Paris) Brasil 5x2 França em 24/06/1958 (Rasunda Stadium, em Solna) – Copa do Mundo na Suécia Brasil 3x2 França em 01/08/1930 (Estádio das Laranjeiras) Caminho do hexa A seleção vai enfrentar a França nesta quinta-feira em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos. Já na próxima terça-feira, dia 31, o confronto será contra a Croácia, que eliminou o Brasil da Copa de 2022. A partida amistosa será em Orlando, na Flórida. No dia 18 de maio, o técnico Carlo Ancelotti fará a convocação dos 26 jogadores que irão disputar a Copa do Mundo. No dia 31 do mesmo mês, o Brasil entrará em campo no Maracanã para jogar contra o Panamá, que está no grupo L do Mundial. No dia seguinte, a seleção embarcará para os Estados Unidos. No dia 6, o Brasil fará o último amistoso antes do Mundial. A partida em Cleveland, no estado de Ohio, será diante do Egito, que está no grupo G. O Brasil estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos no dia 13 de junho, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). A segunda partida deste grupo C será diante do Haiti, às 22h do dia 19, na Filadélfia. A seleção brasileira fará o terceiro e último jogo da fase de grupos contra a Escócia, em Miami, às 19h do dia 24.
- Pablo Longoria não é mais diretor do Olympique de Marseille
Na terça-feira (24/03), o Olympique de Marseille e Pablo Longoria anunciaram oficialmente a sua separação. O dirigente espanhol teve o seu âmbito de atuação reduzido ao longo do último mês. Por meio de um breve comunicado, o Olympique de Marseille (OM) anunciou oficialmente o fim da passagem de Pablo Longoria pelo clube, pouco mais de um mês após a redução de seu cargo e a nomeação do presidente interino Alban Juster. Os advogados do proprietário Frank McCourt e do dirigente espanhol ainda precisavam chegar a um acordo sobre os termos de sua saída, principalmente os aspectos financeiros, após quase seis anos no clube desde o verão de 2020, primeiro como diretor de futebol e depois como presidente. Essa questão foi agora finalizada.
- Lyon perde para Wolfsburg jogo de ida das quartas da Champions feminina
Derrotado em Wolfsburg no jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões (0-1) na terça-feira (24/03), o Lyon se encontra em uma situação delicada antes do jogo de volta (em 2 de abril). O caminho para a final em Oslo tornou-se mais difícil. Favorito na Liga dos Campeões ao lado de Arsenal e Barcelona, o Lyon sofreu uma derrota por 1 a 0 para o Wolfsburg na terça-feira. Esta é a primeira vitória dos Lobos contra o Lyon desde 29 de março de 2017. O time alemão havia perdido seus últimos seis "clássicos" na Liga dos Campeões. E eles mostraram sua força. Disciplinados, apresentaram um primeiro tempo notavelmente sólido, permitindo apenas um chute a gol do Lyon. Sem Alexandra Popp ou Kessya Bussy, abriram o placar aos 14 minutos, com um chute da imparável Lineth Beerensteyn desviado por Damaris Egurrola, surpreendendo a goleira francesa Christiane Endler. A goleira francesa já havia sido testada logo aos 2 minutos por Kielland e fez uma defesa em chute de Peddemors aos 29 minutos. O segundo tempo foi relativamente tranquilo para a equipe que eliminou a Juventus nas oitavas de final. No entanto, Diani acertou a trave com um chute cruzado. A dupla Chawinga-Dumornay teve uma atuação notável (aos 52 minutos), ao contrário de Heaps e Hegerberg, que foram muito decepcionantes. Os reservas (Shrader, Brand, Katoto, Yohannes, Becho) não fizeram diferença. O Lyon agora enfrenta um desafio difícil antes do jogo de volta, no dia 2 de abril (21h).
- Apesar da recusa do Lens, partida contra o PSG pode ser adiada
O pedido do PSG para adiar seu jogo da Ligue 1 contra o RC Lens, inicialmente marcado para sábado, 11 de abril, será recusado pelo clube do norte da França e atual vice-líder do campeonato francês. No entanto, a Liga Profissional de Futebol (LFP) ainda pode impor uma decisão. Os clubes da Ligue 1 estão acostumados com os pedidos do Paris Saint-Germain para adiar partidas, já que o clube, há vários anos, tem o hábito de contar com seus rivais franceses para se preparar para importantes jogos europeus. Foi o caso novamente em março, quando o Nantes concordou em remarcar seu jogo em casa contra o PSG, que estava entre suas duas partidas das oitavas de final da Liga dos Campeões contra o Chelsea – o paris Saint-Germain conquistou vitórias por 5-2 e 3-0. Embora os adiamentos do Paris Saint-Germain sejam sempre acordados com a outra parte, isso não é necessariamente obrigatório. O PSG, que está solicitando o mesmo acordo ao Lens para uma partida crucial na disputa pelo título, em 11 de abril, para se preparar para o jogo de volta contra o Liverpool, terá seu pedido negado. Mas será a LFP, e ninguém mais, é quem tomará a decisão final. Em seus estatutos, a LFP é claramente designada como a única entidade decisória em relação ao calendário da Ligue 1. Ela é responsável por "finalizar o calendário geral da competição e o calendário de jogos (excluindo a programação) e fazer quaisquer modificações a estes durante a temporada". Quando dois clubes chegam a um acordo, isso não representa um problema. Quando não chegam, o calendário pode ser modificado por decisão do Conselho de Administração da LFP, "o único órgão autorizado a decidir por iniciativa própria sobre ajustes no calendário geral e no calendário de jogos em circunstâncias excepcionais". O apoio que o PSG recebe dentro da LFP pode, portanto, decidir a favor de um adiamento. Enquanto isso, o Lens indicou claramente que a mudança da partida, especificamente para o período entre as rodadas 33 e 34, os prejudicaria claramente na disputa pelo título. Sem jogar por duas semanas, o Lens teria essencialmente toda a sua temporada comprimida em uma semana, com três jogos, incluindo dois confrontos cruciais contra Lyon e PSG. A resposta virá nesta quinta-feira, 26 de março, data da votação do Conselho da LFP.
- Meta do Nantes faltando 8 rodadas: "Ganhar os próximos três jogos"
Derrotado novamente e praticamente rebaixado para a Ligue 2, o Nantes e Vahid Halilhodzic ainda querem acreditar. Após a 17ª derrota na temporada, para o Strasbourg (2-3) no domingo, o Nantes tem apenas uma chance ínfima de permanecer na Ligue 1. Eles se agarram a ela com unhas e dentes. Enquanto houver vontade, há esperança. Nesse sentido, a atuação do Nantes no domingo à noite poderia alimentar o sonho. No entanto, ele se esvai a cada dia, já que o veredicto foi mais uma vez cruel contra um Strasbourg que só realmente reagiu no segundo tempo, mas que virou o jogo nos últimos quinze minutos graças ao brilhantismo de Joaquín Panichelli, que entrou no intervalo (de 1-2 para 3-2). Com apenas 17 pontos em 26 jogos, além de viver a pior temporada de sua história, o FC Nantes precisa lidar com a estatística que nos lembra que nenhuma equipe em situação tão precária nesta fase da competição jamais conseguiu evitar o rebaixamento. O time já sofreu 17 derrotas, dez delas em casa. Havia um clima tenso no estádio La Beaujoire ao final da 27ª rodada, no primeiro jogo de Vahid Halilhodzic no comando da equipe, doze dias após substituir Ahmed Kantari, sucessor de Luís Castro (em 10 de dezembro). A arquibancada Loire, coração e alma do estádio, continuou seu boicote e protesto contra a gestão da família Kita – Waldemar, o pai e presidente, e Franck, o filho e diretor-geral – com faixas provocativas e cânticos de deboche. Além das vaias dirigidas aos jogadores culpados por erros técnicos, a incompreensão também se instalou quando parte do estádio cantou um hino da Brigade Loire, que respondeu com assobios e insultos, que também se dirigiram à bancada Océane (lateral), quando esta se esvaziou antes do apito final. Chegando em meio a uma crise, o técnico Vahid, de 73 anos, lamenta um clima pouco propício para se superar. "É realmente difícil porque a equipe está sob pressão há algum tempo, e com um ambiente hostil", observou. "Nantes pertence a muitas pessoas. Entendo todas as decepções e frustrações. Não tenho certeza se os jogadores entendem o tipo de clube pelo qual estão jogando. Quando estávamos na frente, faltou apoio." E um homem de grande força mental. Durante sua primeira semana no comando, o treinador franco-bósnio focou no condicionamento físico. Na segunda, concentrou-se mais na orientação tática. Embora esses aspectos ainda precisem ser aprimorados, o desafio agora parece ser psicológico. "É como se tivéssemos medo de vencer", lamentou, referindo-se a "uma equipe que carece desesperadamente de confiança". Uma figura fundamental dentro e fora de campo, o capitão Anthony Lopes mostrou-se tão combativo como sempre. "Há decepção, mas não desânimo", afirmou o goleiro. "Jogamos o jogo que precisávamos, mas temos que ser muito mais sólidos defensivamente. Ainda há muitos motivos para ter esperança, porque a atuação que mostramos hoje foi bastante positiva. A sorte não está do nosso lado; teremos que entrar em campo e fazer acontecer."
- Antoine Griezmann vai vestir camisa do Orlando City
Durante vários anos, as duas partes se aproximaram, negociaram, cortejaram e até concordaram em trabalhar juntas, sem nunca encontrar o momento certo. Desta vez, a história entre Antoine Griezmann e a Major League Soccer está finalmente prestes a começar. Orlando City, Atlético de Madrid e o francês estão finalizando um acordo para a transferência neste verão. O jogador recebeu permissão do Atlético de Madrid para viajar a Orlando durante seus dias de folga para finalizar as negociações e assinar com o clube americano. Até lá, Griezmann permanecerá no Atlético de Madrid, onde continua brilhando (13 gols, 4 assistências), apesar do tempo de jogo limitado (42 partidas, mas apenas 17 como titular). As três partes negociam a transferência do atacante há semanas. O Orlando City adquiriu os direitos de observação do jogador francês (137 jogos pela seleção), o que lhe dá prioridade local caso chegue a um acordo com o Atlético de Madrid e o jogador. A diretoria do clube da Flórida inicialmente pretendia trazer Antoine Griezmann para o clube antes de 26 de março, o prazo final da janela de transferências da MLS. No entanto, "Grizi" quis adiar o início de sua aventura americana por alguns meses para completar sua passagem pela Espanha com o Atlético de Madrid. "Me sinto ótimo aqui, estou me divertindo muito. Acho que o que faço em campo fala por si só. Veremos, mas a ideia é esta: ir até o fim", declarou após a vitória por 5 a 2 contra o Tottenham, no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões. A perspectiva de disputar uma final da Copa do Rei contra seu primeiro clube, a Real Sociedad (em 18 de abril), e potencialmente conquistar seu primeiro título nesta competição com o clube madrilenho (ele também venceu a Liga Europa em 2018 e a Supercopa da Espanha em 2014), o motivou a pedir uma renovação de contrato com o Orlando City para encerrar este capítulo de sua carreira da melhor maneira possível. Antoine Griezmann nunca escondeu que jogar na MLS era um de seus objetivos de carreira. "A MLS continua sendo meu sonho, mas tenho contrato e quero renová-lo para continuar sendo importante (para o Atlético de Madrid)", disse ele no início da temporada, depois que o Los Angeles FC já havia feito uma proposta durante o verão europeu e ele finalmente decidiu permanecer na Espanha. Há um ano, em 22 de março de 2025, os dirigentes da liga americana chegaram a viajar até Mâcon para apresentar seu projeto e tentar convencer o ex-jogador do FC Barcelona. Já em 2023, o segundo maior assistente da história da seleção francesa (30 assistências) havia aberto as portas para os Estados Unidos: "Além da Europa, o que eu gostaria de fazer mais tarde é jogar na MLS. Sempre admiti isso." O Orlando City reúne todas as expectativas de Antoine Griezmann. Nono colocado na Conferência Leste na última temporada, o time da Flórida é ambicioso e quer competir com os melhores da liga, apesar de um início de temporada difícil (3 derrotas e 1 vitória). Ricardo Moreira, diretor esportivo do clube, conseguiu estabelecer um contato inicial com o estafe do francês, explicando que ele seria naturalmente um jogador-chave em uma equipe que prioriza a posse de bola. Essas conversas continuaram com a comissão técnica do time principal. Lá, ele poderá contar com um compatriota: Joran Gerbet (24 anos, formado no AJ Auxerre). O Orlando City tem tudo para ser o destino ideal para Griezmann. Grande fã da cultura americana, da NBA e da NFL (especialmente do Kansas City Chiefs), o nativo de Mâcon também poderá realizar um projeto familiar ao se mudar para os Estados Unidos, onde costuma passar férias. Orlando é uma cidade muito latina e, portanto, onde se fala espanhol, um argumento a mais para convencer seus familiares.












