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- Nove anos sem Guy Ligier
Por Marcio Arruda O nome de Guy Ligier se confunde com o automobilismo francês. O antigo chefe de equipe da Fórmula 1, que ajudou muitos pilotos franceses a entrarem ou a seguirem carreira na categoria, é até hoje lembrado pelo sucesso nas pistas. Nesta sexta (23/8), é lembrado o nono aniversário de morte de Ligier. Tendo feito carreira no rali e em categorias de monopostos de base, Ligier chegou à Fórmula 1. Como piloto, teve poucas oportunidades e não fez sucesso. Foram 12 GPs disputados entre 1966 e 1967. O melhor resultado foi o oitavo lugar no GP da Alemanha de 1967, vencido por Denny Hulme, seu companheiro na Brabham. Antes de se aventurar como piloto de F1, Ligier conquistou a vitória na edição de 1964 das lendárias 24 Horas de Le Mans. Nove anos depois, em 1976, Ligier voltou ao grid da Fórmula 1. Desta vez como chefe de uma equipe que levava seu nome. A Ligier se firmou no cenário mundial como uma escuderia para promover pilotos franceses à F1. Ligier deu oportunidades a Jacques Laffite (piloto que disputou mais GPs pela escuderia), René Arnoux, Olivier Panis (que conquistou a histórica vitória no GP de Mônaco de 1996), Erik Comas, Philippe Alliot, Jean-Pierre Jarier, Didier Pironi (que foi vice-campeão em 1982 com a Ferrari), Eric Bernard, Patrick Tambay (que disputou o titulo mundial de 1983 com a Ferrari), Patrick Depailler, Jean-Pierre Jabouille e Philippe Streiff. Mas não foram só pilotos franceses que passaram pela equipe. O chefe francês teve os brasileiros Raul Boesel e Pedro Paulo Diniz, em épocas distintas, em seus carros. Em 1996, quando a equipe já estava nas mãos de Tom Walkinshaw e Flavio Briatore, houve a venda para Alain Prost. O tetracampeão mundou o nome da escudeira em 1997, que passou a se chamar Prost Grand Prix. Longe das pistas, Ligier faleceu em Nevers, a 260 quilômetros ao Sul de Paris, aos 85 anos.
- Alain Prost terá documentário exclusivo no Canal+, na França
Por Marcio Arruda Alain Prost terá direito uma série no Canal+, na França, conforme anunciou a emissora nesta quinta (05/9). De acordo com o anúncio, o documentário sobre o tetracampeão mundial de Fórmula 1 será a partir de domingo, 8 de dezembro. A série fará uma retrospectiva dos treze anos do francês com vitorioso da F1. O documentário volta, claro, à famosa rivalidade com Ayrton Senna. O companheiro de equipe do brasileiro, “O Professor”, assim como Senna, nunca escondeu sua animosidade em relação ao colega. A série também abordará outras épocas da carreira de Prost, como a evolução da segurança dos pilotos e os diversos dramas na categoria. Entre 1980 e 1993, o francês viu quatro pilotos perderem a vida na F1: Patrick Depailler, Gilles Villeneuve, Riccardo Paletti e Elio De Angelis. A rivalidade Prost-Senna será retomada nas plataformas de streaming, pois se a série sobre Prost irá ao ar a partir no dia 8 de dezembro, outra sobre Ayrton Senna será lançada em 29 de novembro na Netflix.
- Confrontos dos brasileiros estão definidos
Por Marcio Arruda A organização de Roland-Garros ainda não divulgou datas e horários dos seis jogos dos brasileiros no Grand Slam em quadras francesas. Mas, neste sábado (25/5), os quatro confrontos dos tenistas do Brasil que passaram pelos qualis foram defindos. Semifinalista de Roland-Garros no ano passado, Bia Haddad Maia estreia no Grand Slam contra a italiana Elisabetta Cocciaretto. Em caso de vitória, Bia vai enfrentar a vencedora do duelo da ucraniana Yullia Starodubtseva com a espanhola Cristina Busca. Laura Pigossi, que não perdeu um set sequer no quali, vai encarar a ucraniana Marta Kostyuk, número 18 do mundo. Avançando, Pigossi jogará contra a croata Donna Vekic ou a ucraniana Lesia Tsurenko. Thiago Wild terá um jogo duro pela frente. Ele e o francês Gael Monfils disputam uma vaga na rodada seguinte para enfrentar o italiano Lorenzo Musetti ou o colombiano Daniel Galan. Felipe Meligeni é outro que terá dureza pela frente. O brasileiro entra em quadra contra o norueguês Caspar Ruud, ex-número 2 do mundo e atual número 7. Passando pelo vice-campeão de Roland-Garros de 2022 e de 2023, Meligeni encara o monegasco Valentin Vacherot ou o espanhol Alejandro Davidovich Fokina. Thiago Monteiro estreia nesta edição de Roland Garros contra o sérvio Miomir Kecmanovic. Recentemente, os dois se enfrentaram na terceira rodada do Masters 1000 de Roma e a vitória ficou com o brasileiro. Seguindo na competição, Monteiro entrará em quadra para jogar contra o russo Daniil Medvedev ou o alemão Dominik Koepfer. Gustavo Heide vai jogar sua primeira partida de chave de Roland-Garros contra o argentino Sebastian Baez. Passando pelo tenista da Argentina, Heide vai enfrentar o francês Térence Atmane ou o austríaco Sebastian Ofner.
- Em jogo eletrizante, Laura Pigossi é eliminada
Por Marcio Arruda A brasileira Laura Pigossi estreou na chave principal em Roland-Garros neste domingo (26/5) mostrando talento e muita força. Mas isso parece não ter sido suficiente para a paulista superar a ucraniana Marta Kostyuk, número 20 do ranking. As tenistas fizeram uma longa e eletrizante partida, que terminou dois sets a um para Kostyuk, com parciais de 5/7, 7/6 (7/4) e 4/6 . Foto: Cedric Lecoq/FFT O jogo durou mais de 3 horas e 15 minutos; isso sem contar que foi paralisado por quarenta minutos por causa da chuva que caiu sobre a quadra 6 no terceiro set. Antes da chuva, Laura vencia por 4/2 – Pigossi chegou a abrir 4/0. Mas, na volta da paralisação, a ucraniana foi superior, ganhou quatro games seguidos e fechou em 6/4.
- Thiago Monteiro perde e está fora de Roland-Garros
Por Marcio Arruda O número 2 do Brasil Thiago Monteiro demorou para encontrar seu melhor tênis na partida desta segunda (27/5) contra o sérvio Miomir Kecmanovic. O brasileiro, que vem se recuperando de uma virose desde a última vitória no quali, perdeu nesta primeira fase de Roland-Garros para Kecmanovic por três sets a um, parciais de 6/2, 6/1, 4/6 e 7/5. Foto: Philippe Montagny/FFT Depois de estar perdendo por dois sets a zero, Monteiro reagiu e equilibrou a partida. Venceu o terceiro set e, por causa de dois erros, não fechou o quarto set a seu favor. Melhor para o sérvio, que aproveitou a oportunidade e não desperdiçou, eliminado o brasileiro de Roland-Garros. “Joguei bem abaixo do que poderia nesta estreia na chave em Roland-Garros. Os últimos dias não foram muito bons porque os dois dias seguintes ao último quali eu tive complicações físicas e, talvez por causa da virose, em demorei a entrar no jogo. E isso foi determinante para meu adversário abrir uma boa vantagem num jogo decisivo como foi o de hoje”, explicou Monteiro. Depois da eliminação precoce em Roland-Garros, Thiago Monteiro revelou seus planos para as próximas semanas. “Estou na chave de Wimbleon e, por isso, vou disputar uns dois torneios na grama para me preparar para o próximo Grand Slam”, contou. “Depois desta temporada na grama, espero voltar aqui em Paris para os Jogos Olímpicos. Ainda não garanti vaga, mas como fui bronze no Pan, tenho chance. É que e o Diaz da Costa, que foi ouro no Pan, precisa estar entre os quatro melhores argentinos; e ele não está. E como ele está machucado agora, dificilmente ele vai conquistar esta vaga olímpica. Aí, pela regra, a vaga fica com o medalhista de bronze”, explicou Thiago Monteiro.
- Thiago Wild é eliminado por Monfils e diz que ele é o Guga da França
Por Marcio Arruda As estréias de Thiago Wild deste ano e do ano passado em Roland-Garros foram diferentes, apesar de terem sido disputadas na quadra Philippe Chartier. Se em 2023 o brasileiro eliminou Daniil Medvedev, então número 2 do ranking, este ano Wild caiu diante do francês Gael Monfils. A derrota por três sets a um (6/2, 3/6, 6/3 e 6/4) em pouco mais de duas horas e meia de partida aconteceu nesta segunda (27/5). A derrota no Grand Slam de saibro entra pra lista de uma temporada abaixo das expectativas. Wild colecionou em 2024 rendimentos que não estão à altura de seu talento nas quadras de terra batida, como em Turim, Lyon, Roma, Madrid e Bucareste. Foto: Philippe Montagny/FFT “Eu acho que o Gael jogou muito bem. Hoje ele jogou um nível acima e, aliado a isso, eu não consegui apresentar meu melhor tênis. Mas isso aconteceu, também, em como ele jogou”, disse Wild. “Se eu não estivesse jogando contra ele, eu torceria por ele. Por aqui ele é um ídolo. Eu comparo Monfils como o Guga para nós”, afirmou.
- Gustavo Heide faz jogo equilibrado, mas cai em Roland-Garros
Por Marcio Arruda Depois de obter três vitórias nos qualis – uma, inclusive, de virada –, Gustavo Heide acabou eliminado na primeira rodada de Roland-Garros. O adeus prematuro do Grand Slam de saibro foi diante do argentino Sebastian Baez. O número 20 do ranking venceu o brasileiro de 22 anos por 3 sets a dois com parciais de 4/6, 6/3, 6/1, 4/6 e 6/3 após três horas e 45 minutos de partida. Foto: Milko Ulloa/Legión Sudamericana “O mais difícil no jogo de hoje foi o lado mental. No quinto set faltou um pouco do mental e a vitória escapou”, explicou Heide. “Desde a estreia no quali, acho que subi de produção. Fui me soltando aos poucos e acho que, no geral, tive bons momentos por aqui em Roland-Garros, que é meu Grand Slam favorito”, disse Gustavo. O jovem tenista brasileiro lembrou que sua estreia em Grand Slams pode ter sido no mesmo ano da despedida de Rafael Nadal de Roland-Garros. “Quando o Nadal venceu o primeiro Roland Garros eu tinha três anos. Cresci admirando Nadal. É uma pena ele ter saído tão cedo do torneio”, disse. “Até o final do ano, quero terminar no Top100”, concluiu Heide. Atualmente com o melhor ranking da carreira, Heide é o 174ª tenista do mundo.
- Meligeni cai diante do atual vice de Roland-Garros
Por Marcio Arruda Terminou nesta terça (28/5) o sonho do Brasil nas chaves de simples de Roland-Garros. A euforia verde-amarela depois de seis tenistas brasileiros começarem as chaves de simples do Grand Slam francês, deu lugar à frustração. Após cinco eliminações na primeira rodada, com as derrotas de Laura Pigossi, Gustavo Heide, Thiago Monteiro, Thiago Wild e Bia Haddad Maia, a esperança brasileira estava depositada em Felipe Meligeni. Mas o paulista tinha pela frente Casper Rudd, número 7 do mundo e vice-campeão de Roland-Garros nos dois últimos anos. Em quase duas horas de partida, o norueguês venceu Meligeni na quadra Philippe Chartier por três sets a zero, com parciais de 6/3, 6/4 e 6/3. Foto: Anne-Christine Poujoulat/AFP Apesar de o placar, Felipe Meligeni, número 137 do mundo, fez um bom jogo contra Ruud. “Eu apresentei um ótimo nível de tênis. Hoje não me intimidei em nenhum momento. Fui agressivo, mas infelizmente não consegui vencer”, disse Meligeni. “Óbvio que gostaria de ter vencido, mas estou feliz com meu desempenho”, completou. “Foi minha primeira vez num estádio tão grande como o Philippe Chartier e contra um adversário tão forte. Foi especial jogar naquela quadra”, resumiu o brasileiro de 26 anos. “Agora eu volto ao Brasil para descansar um pouco. Estou jogando torneios consecutivos e preciso dar uma pausa. Depois volto aqui para a Europa para torneios de grama para me preparar para Wimbledon”, revelou Felipe Meligeni. Classificado para segunda rodada, Casper Ruud enfrentará o vencedor do duelo entre monegasco Valentin Vacherot (116º) ou o espanhol Alejandro Davidovich Fokina, 32º.
- “Estou bem decepcionada com meu jogo”
Por Marcio Arruda Uma eliminação precoce. Assim foi a passagem de Bia Haddad Maia na edição 2024 de Roland-Garros. A número 14 do mundo perdeu nesta segunda (27/5) para a italiana Elisabetta Cocciaretto por dois sets a um, com parciais de 3/6, 6/4 e 6/1 em duas horas e 29 minutos de partida. Foto: AP- Thibault Camus “Eu oscilei muito. Fui muito irregular e não consegui ser agressiva como gostaria”, resumiu Bia. Semifinalista deste torneio em 2023, Bia disse que não tem conseguido repetir as boas performances de seus treinos em seus jogos. “Tenho trabalhado bem no dia a dia, mas não tenho conseguido executar bem nos jogos. Estou oscilando bastante. Tênis é um esporte de muita concentração, de conseguir manter o alto nível por mais tempo possível e hoje não foi como eu gostaria. Estou bem decepcionada com meu jogo”, contou a brasileira. Bia revelou que ela mesma tem exigido bastante de suas performances. “Eu tenho me pressionado bastante. É uma sensação minha interna. Uma cobrança grande”, disse. “Sempre saio de cada semana buscando entender qual o aprendizado. E é assim que faço buscando ser uma jogadora melhor, uma pessoa melhor”, revelou a tenista número 1 do Brasil. “Seria muito injusto de minha parte baixar a cabeça agora depois que tudo que vivi na minha carreira. Se tinha algum motivo para baixar a cabeça, era todos os perrengue e as dificuldades que passei”, concluiu a tenista brasileira. Antes de Wimbledon, Bia disputará dois torneios na grama como forma de preparação para o Grand Slam inglês.
- Público causa problemas e Roland-Garros impõe regras para bebida alcoólica
Por Marcio Arruda A partir de 31 de maio, a venda de bebidas alcoólicas está proibida nas arquibancadas das 18 quadras de Roland-Garros. A inédita decisão foi tomada nesta quinta (30/5) pela diretora do Grand Slam, a ex-tenista francesa Amélie Mauresmo. Porém, a venda continua em todos nos pontos no interior do complexo esportivo. Assim, os torcedores poderão consumir livremente bebidas alcoólicas do lado de fora das quadras, dentro de Roland-Garros. O motivo para esta decisão veio após o caso que envolveu o tenista belga David Goffin. Ele foi vítima de uma atitude lamentável – palavra mais branda para ser usada nesta situação – de torcedores em Roland-Garros. O tenista belga levou uma cusparada de um torcedor durante a partida do Grand Slam disputada na quadra 14 contra o francês Giovanni Perricard no último dia 28 de maio. A arquibancada desta quadra fica a pouco mais de um metro do local onde os tenistas descansam entre um game e outro. “É evidente que isso foi longe demais. Um desrespeito total. Está virando futebol e, em breve, haverá sinalizadores de fumaça, hooligans e brigas nas arquibancadas. Está começando a ficar ridículo. Algumas pessoas estão lá mais para causar problemas do que para criar uma atmosfera esportiva”, declarou. Foto : Benoit Doppagne “Alguém cuspiu um chiclete em mim. Estava ficando complicado. É por isso que eu tentei manter a calma. Se eu começasse a ficar com raiva disso, isso poderia ter me desestabilizado, além de dar satisfação para os torcedores que estavam lá para fazer baderna. Embora seja natural que torcedores compartilhem seu entusiasmo e apóiem seus favoritos, isso não pode ir contra os valores do tênis ou contra o respeito por todos os jogadores” revelou o tenista belga. “Acho que isso só acontece aqui na França. Em Wimbledon não há isso; nem na Austrália. Nos Estados Unidos, ainda é bastante tranquilo. Aqui, a atmosfera é realmente pouco saudável”, completou. Quem também reclamou foi a tenista número 1 do mundo. A polonesa Iga Swiatek reclamou em público do comportamento dos torcedores. A tricampeã de Roland-Garros criticou veementemente reações dos torcedores franceses. Na vitória da polonesa na quadra Philippe Chatrier sobre a japonesa Naomi Osaka, numa das melhores partidas desta edição, no último dia 30, torcedores se exaltaram mais de uma vez. Foto: Philippe Montagny/FFT “Tenho um enorme respeito por vocês e sei que estamos jogando por vocês, mas às vezes, sob muita pressão, quando gritamos alguma coisa durante o rali, é muito difícil ficar concentrada. Estamos lutando a vida toda para sermos cada vez melhores. As disputas são grandes. Há muito dinheiro para ganhar. Perder alguns pontos pode mudar muita coisa. Por favor, pessoal, se vocês puderem nos apoiar entre os pontos, mas não durante, será ótimo. Espero que vocês ainda gostem de mim porque sei que o público francês pode pegar alguns jogadores de quem não gosta e vaiar. Mas eu amo vocês e sempre adoro jogar aqui”, declarou Iga.
- Thiago Wild vence dupla com Andy Murray
Por Marcio Arruda O brasileiro Thiago Wild e o argentino Sebastian Baez derrotaram a dupla dos britânicos Andy Murray e Daniel Evans por dois sets a zero, com parciais de 7/6 (8/6) e 7/6 (7/3). “É o Murray! Eu sempre quis jogar contra ele. Eu sempre quero jogar contra os grandes”, resumiu Wild, referindo-se ao ex-número 1 do mundo. Foto: Jean-François Badias “Estou bem feliz por ter conseguido esta vitória. Fizemos um jogo equilibrado e a vitória foi muito boa”, disse o tenista número 1 do Brasil após a partida de 1h53min. Wild falou, também, sobre o argentino com quem forma dupla em Roland-Garros. “A gente jogou no juvenil aqui em Roland-Garros várias vezes. Nos conhecemos desde os dez anos e até hoje treinamos juntos. Somos bem amigos”, contou. Agora, a dupla vencedora aguarda a definição do vencedor do jogo entre os brasileiros Orlando Luz e Marcelo Zormann e dos cabeças de chave 2, que são o australiano Mathew Ebden e o indiano Rohan Bopanna.
- Um novo recorde em Roland-Garros
Por Marcio Arruda A última partida prevista para a quadra central (Philippe-Chatrier) deste sábado (01/6) começou com um atraso. Devido à chuva que atrapalhou bastante a programação de Roland-Garros, jogos foram adiados e outros realocados para as duas quadras que têm teto retrátil; uma, inclusive, teve a indispensável peça inaugurada nesta edição do Grand Slam. O que ninguém contava é que a partida do número 1 do mundo, Novak Djokovic, terminaria às 3 horas da madrugada. Um recorde em 133 anos de Roland-Garros. O sérvio entrou em quadra pouco depois das dez horas da noite. Djokovic fez uma das melhores partidas desta edição do torneio. Perdeu dois sets para o italiano Lorenzo Musetti, mas conseguiu a vitória que classificou o sérvio para as oitavas do torneio. A vitória por três sets a dois (7/5, 6/7 (6/8), 2/6, 6/3 e 6/0 de Djoko durou 4h29min. Eram quase três horas da madrugada quando ele pode comemorar a vitória na terceira rodada. Foto: Peter Staples/ATP Tour “Algumas coisas relacionadas à programação poderiam ter sido tratadas de forma diferente”, disse Djokovic. “Haveria uma certa beleza em vencer uma partida às três da manhã, se fosse a última do torneio. Mas não é o caso e terei de me recuperar o mais rápido possível para o próximo jogo”, completou. “Eu me esforcei ao máximo para vencer esta partida. As condições não eram as ideais e fazia muito frio. Quando você joga ralis de mais de vinte lances às duas da madrugada... Quem joga este horário?”, criticou o número 1 do ranking. Agora, nas oitavas, Novak Djokovic, que é o atual campeão de Roland-Garros, vai enfrentar o argentino Fernando Cerúndolo nesta segunda-feira.















