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- A emoção de correr a Maratona de Paris
Francesa, que ficou com corpo paralisado há pouco mais de um ano, vai competir na tradicional prova da capital da França Domingo é dia de preparar o fôlego. Uma das mais importantes corridas será disputada no próximo domingo (07/4). A Maratona de Paris vai reunir atletas consagrados. Assim como acontece neste tipo de prova em todos os cantos do planeta, os etíopes e quenianos são os favoritos à vitória da edição 2024 na capital francesa. Vivian Cheruiyot, Elisha Rotich, Léa Navarro, Marjolaine Nicolas, Yuki Kawauchi e Abeje Ayana, vencedor de 2023, são os grandes nomes que estarão presentes nas ruas de Paris. Além dos profissionais, a Maratona de Paris atrai milhares de competidores amadores. Cada um com um objetivo; cada um com sua história. E são muitas! Uns com o simples prazer de resistir à fadiga que o corpo muitas vezes impõe. Outros com lindas histórias que emocionam pela perseverança e resiliência. Entre as milhares de mulheres que estarão desafiando suas resistências nos 42 quilômetros da Maratona de Paris, estará Audrey Lopez. Aos 26 anos, a francesa vai disputar sua primeira maratona. Esta guerreira carrega uma história incrível de vida. Uma verdadeira prova de amor e superação de quem simplesmente ama a vida. Fotos: Arquivo Pessoal Há pouco mais de um ano, ela descobriu ser portadora da Síndrome de Guillain Barré. “Os primeiros sintomas apareceram no início de janeiro do ano passado. Fiquei dez dias internada no hospital Saint Joseph, em Paris. Por causa da síndrome, perdi o movimento dos membros superiores e inferiores. Minha visão e minha fala também foram afetadas; só não perdi a consciência. Em poucos dias, eu não conseguia mais andar e nem comer sozinha”, lembra Audrey. “Mesmo sendo jovens, não somos invencíveis” A Síndrome de Guillain Barré atinge pessoas de diferentes maneiras, assim como o tratamento é feito de formas diferenciadas. Quem tem a síndrome pode apresentar sequelas. Andrey vivenciou toda situação e hoje, após muita luta e força de vontade de viver, está 100% saudável. “Às vezes tenho crises agudas de cansaço, que é algo que nunca tive. Percebi que mesmo sendo jovens, não somos invencíveis e que tudo pode acontecer muito rápido”, relatou. Andrey contou que um mês após ficar internada para o tratamento da Síndrome de Guillain Barré, precisou reaprender a andar. “Precisei ensinar meu corpo a fazer coisas que fazia naturalmente. O corpo tem memória, então a recuperação foi um pouco mais fácil. Nunca poderei agradecer o suficiente às equipes médicas que me apoiaram. No mês seguinte, pude voltar para casa, mas fui submetida a sessões de fisioterapia”, contou. Recuperada do terrível período que ficou debilitada, Andrey decidiu voltar a praticar esportes. Como tinha participado da meia maratona de Paris em 2022, ela tinha a ideia de correr a maratona no ano seguinte. Mas a síndrome obrigou Andrey a adiar seus planos. “Gosto muito de desafios e tenho um objetivo de tempo para esta maratona em mente. Estou me preparando há muito tempo e seria ótimo alcançá-lo”, revelou. E a francesa não parou por aí: “Se eu puder dar esperança a outras pessoas que já passaram por este tipo de trauma, farei isso com prazer”. E com certeza Audrey esbanja esperança. Uma verdadeira história de superação, força de vontade e, sobretudo, amor a vida.
- OM perde para Lille e fica longe da Liga dos Campeões
A fase não é boa. Aliás, longe disso. O Olympique de Marseille foi até Lille nesta sexta (05/4) e perdeu a quarta partida seguida na temporada – uma para o Villarreal pela Liga Europa e agora a terceira no campeonato francês (Rennes e PSG). Uma derrota incontestável por três a um. Foto: LOSC .fr O Olympique de Marseille precisava vencer em Lille para continuar sonhando com a Liga dos Campeões. Faltam seis jogos para o fim da Ligue 1, e a derrota deixa o OM cada vez mais distante da Champions League. Agora, a realidade do time de Marseille se aproxima de uma vaga na Liga Europa ou na Europa Conference League. A verdade é que o Lille nada tem a ver com os desejos do OM. No estádio Pierre Mauroy, o Lille tomou conta do jogo. Foi soberano e venceu com facilidade por três a um, com gols de Jonathan David, de pênalti, Rémy Cabella e Gudmusson. Ismaily fez o gol único do OM. Na próxima quinta, o OM vai até o Estádio da Luz, em Lisboa, encarar o Benfica pelas quartas de final da Liga Europa. Se a equipe não tem apresentado um rico futebol em campo, fora das quatro linhas, o OM estampa riqueza. Segundo a revista Forbes, o dono do Olympique de Marseille desde 2016, Frank McCourt, entrou no ranking das maiores fortunas do mundo com uma riqueza estimada em 1,29 bi de euros.
- OM perde em Lisboa pela Liga Europa
O Olympique de Marseille perdeu mais uma. A derrota desta quinta (11/4) foi para o Benfica por dois a um no Estádio da Luz, em Lisboa, no primeiro jogo das quartas de final da Liga Europa. Esta foi a quinta partida do time sem pontuar: 3x1 para o Lille; 2x0 para o PSG; 2x0 Rennes; 3x1 Villarreal. A derrota por dois a um até que custou barato. O Benfica foi superior o tempo todo. O OM só teve praticamente duas boas oportunidades de gol; uma, inclusive, com Aubameyang balançando a rede em Lisboa. Mas antes, o time da capital portuguesa já tinha marcado no primeiro tempo com Rafa Silva e, na segunda etapa, Di Maria, em ótima assistência do brasileiro David Neres, ex-sãopaulino. Foto: League Europe Além do ex-São Paulo, Marcos Leonardo foi outro brasileiro em campo. O ex-atacante do Santos entrou aos 25 minutos do segundo tempo, mas não teve muitas oportunidades. No apito final da partida, sobrou reclamação do Olympique de Marseille para o árbitro inglês Michael Oliver. Pela segunda vez na Liga Europa, o árbitro tomou uma decisão desfavorável ao clube francês. Depois da marcação de um pênalti para o Panathinaikos na fase preliminar da competição em agosto, agora ele não assinalou penalidade máxima depois que João Neves derrubou Aubameyang no primeiro lance após o segundo gol do clube português. Na revisão, o VAR confirmou a decisão do árbitro de campo. Com esta vitória o Benfica segue construindo uma incrível invencibilidade na competição em jogos em Lisboa. Não perde desde dezembro de 2008. E mais: já são 18 jogos do Benfica no Estádio da Luz sem perder para equipes da França. No período, os portugueses têm 13 vitórias e cinco empates.
- Time Brasil está quase definido para a Olimpíada
O Time Brasil está praticamente definido para os Jogos Paris-2024, que serão disputados entre os dias 26 de julho e 11 de agosto. Até o momento, o Brasil tem 181 vagas para a Olimpíada de Paris. O número ainda está longe dos 301 brasileiros que competiram nos Jogos Tóquio-2020. As vagas conquistadas para o Brasil até este momento são: Atletismo (12 atletas) Alison dos Santos (400m rasos e 400m com barreiras) Darlan Romani (arremesso do peso) Érica Sena (marcha atlética 20km) Caio Bonfim (marcha atlética 20km) Daniel Nascimento (maratona) Rafael Pereira (110m com barreiras) Erik Cardoso (100m rasos) Felipe Bardi (100m rasos) Almir Júnior (salto triplo) Lucas Carvalho (400m rasos) Viviane Lyra (marcha atlética 20km) Matheus Lima (400m rasos) Boxe (10) Caroline Almeida (-50kg) Tatiana Chagas (-54kg) Jucielen Romeu (-57kg) Luiz Oliveira (-57kg) Bia Ferreira (-60kg) Bárbara Santos (-66kg) Michael Douglas (-51kg) Wanderley Pereira (-80kg) Keno Marley (-92kg) Abner Teixeira (+92kg) Foto: CBB Canoagem slalom (2) C1 feminino e cross - Ana Sátila K1 feminino - a definir (Omira Estácia e Ana Satila conquistaram a vaga para o Brasil) K1 masculino - Pepê Gonçalves Canoagem de velocidade (1) C1 1.000m masculino - a definir (Isaquias Queiroz conquistou a vaga para o Brasil) Ciclismo BMX feminino (1) a definir (Paola Reis conquistou a vaga para o Brasil) Ciclismo de Estrada (2) a definir (Brasil conquistou vagas no feminino e no masculino via ranking) Esgrima (2 a 4) Espada - Nathalie Moellhausen Espada- a definir (masculino) Florete- Guilherme Toldo Florete- a definir (feminino) Futebol Feminino (18) Convocação será feita Ginástica artística Cinco ginastas femininas a serem definidas Diogo Soares e outro ginasta masculino Ginástica de trampolim (2) a definir (Alice Gomes conquistou a vaga para o Brasil) a definir (Rayan Dutra conquistou a vaga para o Brasil) Ginástica rítmica feminina (6) a definir (Bárbara Domingos conquistou a vaga para o Brasil) Cinco vagas no conjunto - a definir Handebol (14) Convocação será feita Hipismo (7) Equipe de três para saltos - a definir (homens ou mulheres) Equipe de três de CCE - a definir Adestramento - a definir Judô (10) Larissa Pimenta (52kg) Rafaela Silva (57kg) Mayra Aguiar (78kg) Beatriz Souza (+78kg) William Lima (66kg) Daniel Cargnin (73kg) Guilherme Schimidt (81 kg) Rafael Macedo (90kg) Leonardo Gonçalves (100kg) Rafael Silva (+100kg) Maratona Aquática (2) 10km - Ana Marcela Cunha 10km - Viviane Jungblut Natação (16) 200m livre - Maria Fernanda Costa fez o índice 400m livre - Gabi Roncatto fez o índice 400m livre - Maria Fernanda Costa fez o índice 1500m livre - Beatriz Dizotti fez o índice 4x100m livre feminino - a definir 4x200m livre feminino - a definir 100m livre - Guilherme Caribé fez o índice 400m livre - Guilherme Costa fez o índice 100m borboleta - Kayky Mota fez o índice 200m livre - Guilherme Costa fez o índice 4x100m livre masculino - a definir 4x200m livre masculino - a definir Misto (4) 4x100m medley misto - a definir Pentatlo moderno (1) Isabela Abreu Remo (2) Lucas Verthein Beatriz Tavares Rúgbi de sete feminino (12) Convocação será feita Saltos ornamentais (2) Plataforma de 10m feminina - a definir (Ingrid Oliveira conquistou a vaga para o Brasil) Plataforma de 10m masculina - a definir (Isaac Souza conquistou a vaga para o Brasil) Surfe (6) Tatiana Weston-Webb Luana Silva Tainá Hinckel Filipe Toledo João Chianca Gabriel Medina Taekwondo (1) Caroline Gomes (até 67kg) Tênis (1) Simples feminino - Laura Pigossi Tênis de mesa (6) Equipe masculina - 3 Equipe feminina - 3 Mista - Vitor Ishiy e Bruna Takahashi Tiro com arco (2) Individual masculino - a definir (Marcus D'Almeida conquistou a vaga para o Brasil) Individual feminino - a definir (Ana Machado conquistou a vaga pelo Pan) Tiro esportivo (2) Skeet - a definir (Georgia Furquim conquistou a vaga para o Brasil) Pistola de ar 10m masculina - a definir (Philipe Chateaubrian conquistou a vaga para o Brasil) Carabina 50m de 3 posições - a definir (Geovana Meyer conquistou a vaga para o Brasil) Triatlo (1) a denifir Vela (4) Iqfoil masculina - a definir (Mateus Isaac conquistou a vaga para o Brasil) Fórmula Kite - a definir (Bruno Lobo conquistou a vaga para o Brasil) 49erFX - a definir (Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram a vaga para o Brasil) Vôlei (24) Seleção masculina será convocada Seleção feminina será convocada Vôlei de praia (2) Ana Patrícia e Duda
- Esgrimista brasileira se classifica para Paris-2024
O Brasil já tem três vagas na esgrima para a Olimpíada de Paris-2024. Desta vez, a brasileira Mariana Pistoia carimbou o passaporte para a França ao conquistar o título neste sábado (06/4) no florete feminino do Torneio Pré-Olímpico das Américas, disputado em San José, na Costa Rica. Foto: Miriam Jeske / COB A gaúcha se une aos compatriotas Guilherme Toldo, também do Rio Grande do Sul, e a ítalo-brasileira Nathalie Moellhausen. Neste Pré-Olímpico, Mariana venceu a venezuelana Isis Gimenez por 11 a 10. Para chegar ao título, além da venezuelana, a brasileira passou pela portorriquenha Gabriela Padua e pela jamaicana Yasmin Campbell. Na semifinal, a vitória foi contra a colombiana Tatiana Prieto por 15 a 8. Na esgrima, as disputas são realizadas em três rounds, de três minutos cada, ou até que um esgrimista chegue a 15 pontos.
- Dez judocas brasileiros são definidos para Paris-2024
A Confederação Brasileira de Judô anunciou nesta quinta (04/4) a primeira lista de judocas que estarão nos tatames de Paris-2024. O grupo de dez ainda pode crescer, já que o Brasil busca classificação em quatro categorias. A equipe brasileira estará forte na Olimpíada. No esporte que mais rendeu medalhas para o Brasil, há campeões mundiais e olímpicos que vão brigar pelo ouro em Paris. Dos dez nomes divulgados, destaque para a Campeã olímpica no Rio-2016, Rafaela Silva (-57kg) , que volta a uma Olimpíada depois de ficar fora dos Jogos de Tóquio-2020 por doping. Há também medalhistas olímpicos, como Mayra Aguiar (-78kg) – dona de três bronzes – , Daniel Cargnin (-73kg) e Rafael Silva (+100kg) – dono de dois bronzes. Foto: Divulgação/CBJ A delegação de Judô do Brasil ainda terá Willian Lima (-66kg), Guilherme Schmidit (-81kg), Rafael Macedo (-90kg), Leonardo Gonçalves (-100kg), Larissa Pimenta (-52kg) e Beatriz Souza (+78kg). Judocas brasileiros garantidos em Paris-2024: Masculino Willian Lima (-66kg) Daniel Cargnin (-73kg) Guilherme Schimidt (-81kg) Rafael Macedo (-90kg) Leonardo Gonçalves (-100kg) Rafael Silva (+100kg) Feminino Larissa Pimenta (-52kg) Rafaela Silva (-57kg) Mayra Aguiar (-78kg) Beatriz Souza (+78kg)
- Maratona de Paris é para todos
Óculos que facilitam comunicação de pessoas sem movimentos ajudam na realização de sonhos Paris vai para neste domingo. Quer dizer, nem todos na cidade-luz! É que vai ser disputada a edição 2024 da Maratona de Paris. Uma das mais importantes corridas de resistência será disputada neste primeiro domingo de abril. A prova vai reunir atletas consagrados, como Vivian Cheruiyot, Elisha Rotich, Léa Navarro, Marjolaine Nicolas, Yuki Kawauchi e Abeje Ayana, vencedor no ano passado. A prova disputada nas ruas de Paris atrai não só profissionais do atletismo, mas também amadores que sonham em completar os 42 quilômetros. Para eles, não importa o tempo; cruzar a linha é a mais importante das vitórias, que têm objetivos diversos: a satisfação pessoal, a superação a te mesmo a divulgação de trabalhos que fazem do planeta um mundo melhor. E é justamente por isso que a francesa Sarah Mougharbel estará na largada da Maratona de Paris neste domingo. Aos 28 anos, Sarah partirá para sua primeira maratona. “Estou muito feliz porque nasci e cresci em Paris. E será justamente aqui que irei participar da minha primeira maratona”, disse. Além de competir, Sarah tem um objetivo nobre: divulgar uma tecnologia que seguramente ajudará pessoas com restrição de movimentos. Em 2016, Sarah começou a desenvolver óculos para facilitar a comunicação de pessoas inteiramente paralisadas e que são incapazes de se expressarem. Quatro anos depois, ela fundou em sociedade a startup que desenvolve os óculos WYES (When Your Eyes Speak). Estes óculos permitem a comunicação de pessoas com outras através de um smartphone, tablet ou computador utilizando somente o movimento dos olhos. Nos óculos, há sensores infravermelhos detectam qualquer movimento dos olhos, que são enviados para o dispositivo (smartphone, tablet ou computador), que simula a possibilidade de um clique. Com isso, o paciente poderá controlar toda interface para falar e digitar textos. Isso possibilita a comunicação do paciente com familiares, amigos, médicos e quaisquer outras pessoas de seu convívio. Fotos: Arquivo Pessoal Sarah será uma das milhares de corredoras na Maratona de Paris. No domingo, ela terá uma companhia especial. José Utiel, um maratonista que hoje tem o corpo completamente paralisado, vai participar da maratona ao lado de Sarah. Numa cadeira de rodas, José será ajudado por Sarah e, certamente, por outros corredores. Nesta prova, ele poderá se comunicar com outros participantes através dos óculos. Mesmo sendo a sua primeira maratona, Sarah revelou que está pronta para o desafio dos 42 quilômetros. “Tenho treinado várias vezes por semana. Além disso, cuido de minha alimentação e dou atenção especial à quantidade de horas que durmo. Meus joelhos estão um pouco doloridos. Por isso, tenho dado atenção especial para que estas dores sejam minimizadas no domingo”, contou Sarah, que carregará mensagens para divulgação desta tecnologia que seguramente faz – e vai fazer – a vida melhor de pessoas que não conseguem se movimentar.
- Mulugeta Uma e Mestawut Fikir são vencedores da Maratona de Paris
O céu cinzento e nublado e a temperatura próxima a 14 graus ajudaram os competidores na 47ª edição da Maratona de Paris. A prova recebeu 54 mil participantes e parou a cidade na manhã deste domingo (07/4). Mais uma vez, representantes de países africanos ditaram o ritmo da prova, assim como acontece em maratonas em outras cidades. Destaque para os corredores da Etiópia: Mulugeta Uma, no masculino, e Mestawut Fikir, no feminino, foram os campeões. Foto: @ A.S.O. / Alexandre Baudet Devido à alta do volume do Rio Sena, os organizadores da Maratona de Paris, em consulta com a Prefeitura, decidiram modificar o percurso há dois dias da largada. O trecho do túnel Henri IV ao túnel Tuileries foi trocado por igual distância, mas na proximidade mais alta do cais do Sena. A edição deste ano da Maratona de Paris registrou um dos inícios mais rápidos de sua história. Os primeiros completaram os cinco primeiros quilômetros em 14min24”. Mas foi a partir do quilômetro 30 é que os candidatos à vitória na prova masculina surgiram: Kimpkemboi, Kipruto, Gelmisa, Uma e Megersa se destacaram dos demais. Mais seis quilômetros e a disputa ficou entre Uma e Kipruto. Nesta briga pela vitória, o etíope levou a melhor sobre o queniano. Mulugeta Uma foi o primeiro a completar os 42.195 metros em 2h05min33”. Ele quebrou o próprio recorde, que tinha sido registrado no ano passado com o segundo lugar em Frankfurt. Na ocasião, ele fez 2h06min07. Uma foi seguido pelos quenianos Titus Kipruto e Elisha Rotich, vencedor da maratona de Paris em 2021 e atual recordista da prova com 2h04min21”. No feminino, uma chegada apertada. A etíope Mestawut Fikir venceu a compatriota Enat Tirusew por apenas dois segundos; Fikir completou a Maratona de Paris em 2h20min45”. Aos 40 anos, e sem competir em maratonas desde 2019, Mestawut Fikir foi o grande nome do dia. A queniana Vivian Cheruiyot chegou em terceiro. Foto: @ A.S.O. / Alexandre Baudet A Maratona de Paris vem se transformando ao longo dos anos. Desde a primeira edição, quando nenhuma mulher participou da prova de 1976, o número de competidoras vem aumentando substancialmente. Na edição de 2024, elas representaram 28% do pelotão, três pontos percentuais a mais do que o registrado em 2019.
- Maratona de Paris reúne quase 56 mil corredores
A Maratona de Paris foi disputada neste domingo (07/4) e coroou os etíopes Mulugeta Uma (2h05’33’)’e Mestawut Fikir (2h20’45’’) como vencedores das provas masculina e feminina, respectivamente. Mas a tradicional maratona da capital francesa é muito mais do que atletas da elite mundial. Incluindo os ícones das provas de 42 quilômetros pelo mundo, a Maratona de Paris atraiu 55.922 corredores, número recorde na história desta prova francesa. Todos que largaram da Avenida Champs-Élysées estavam em busca de um sonho. Mas nem todos conseguiram: 54.175 conseguiram completar os 42.195 metros. E para eles, independente do tempo completado, seus próprios objetivos foram alcançados. Fotos: ©A.S.O. / Maxime Delobel A popularização não só da Maratona de Paris, mas deste tipo de prova de resistência é comprovada nos números. Quase metade – mais precisamente 46% - dos participantes era estreante em maratonas. Dos 25.724 corredores “de primeira viagem”, 28% eram mulheres. E de todos os estreantes em provas de resistência, 31% eram pessoas nascidas fora da França. A Organização das principais competições de atletismo de rua e ciclismo na França, ASO (Amaury Sport Organization), divulgou um dado que aponta que cada vez mais jovens se inscrevem para este desafio nas ruas da capital francesa. A idade média de todos os participantes baixou para 38 anos na 47ª Maratona de Paris, disputada neste primeiro domingo de abril, em comparação às últimas edições. Neste ano, 10% dos participantes tinham menos de 25 anos. Na edição de 2019, por exemplo, este grupo etário era de 5%. Dentre os quase 56 mil corredores, Maria Fernanda Vanzo Reis correu pela segunda vez a Maratona de Paris. Nascida nos Estados Unidos, ela atualmente mora no Brasil. “É como ver um cartão postal, não tem como você se decepcionar durante o percurso”, disse Maria Fernanda. Fotos: ©A.S.O. / Jonathan Biche e ©A.S.O. / Morgan Bove A ASO divulgou também que a 48ª edição já tem data marcada: a próxima Maratona de Paris será disputada em 13 de abril de 2025. O trajeto ainda será definido, mas é certo que passará pela Avenida Champs-Élysées, Place de la Concorde, Opéra de Paris, Musée du Louvre, Hôtel de Ville, Place de la Bastille, Grand Palais, Trocadéro e Tour Eiffel. As inscrições para o desafio do ano que vem já estão abertas. O encerramento será apenas três dias antes do evento de 2025. Muito tempo pela frente, né?! Então não tem desculpe: agora é começar a correr, preparar o fôlego, economizar para viajar e se reunir na capital francesa para a disputa da edição 2025 da Maratona de Paris.
- COB divulga premiação para medalhistas em Paris-2024
O Comitê Olímpico do Brasil fez visita neste sábado (30/3) às instalações que o Time Brasil vai utilizar nos Jogos Olímpicos de Paris. Esta foi a última vez que o COB foi ao Chateau de Saint-Ouen, nas proximidades da capital francesa antes de os atletas brasileiros chegarem para treinar em solo francês. Foto: Seine-Saint-Denis Tourism Na oportunidade, o COB divulgou a premiação dos atletas brasileiros que conquistarem medalhas em Paris-2024. De acordo com o Comitê, haverá uma divisão em três grupos: provas individuais, em grupos (de dois a seis atletas) e coletivas (sete ou mais competidores). A premiação será esta: Para provas individuais: ouro – R$ 350 mil prata – R$ 210 mil bronze – R$ 140 mil Para provas em grupo: ouro – R$ 700 mil prata – R$ 420 mil bronze – R$ 280 mil Para provas coletivas: ouro – R$ 1,05 mi prata – R$ 630 mil bronze – R$ 420 mil Local escolhido para abrigar o Time Brasil, o Chateau de Saint-Ouen conta com espaço para treinamento, serviços de nutrição e fisioterapia, além de um refeitório para todos os atletas do Brasil. A revitalização do espaço custou €400 mil, que é algo em torno de R$ 2,2 mi. O montante foi dividido igualmente pela prefeitura de Saint-Ouen e pelo COB. Os judocas serão os primeiros atletas brasileiros a chegarem a Paris. A previsão de chegada é 16 de julho. No dia 18, os atletas entram na Vila Olímpica.
- França estreia com vitória nas eliminatórias da Euro feminina
Apenas um gol em mais de 90 minutos. Este é o resumo de França e Irlanda, jogo disputado nesta sexta (05/4) em Metz e que foi válido pela primeira rodada das eliminatórias para Euro feminina, que será disputada em 2025. Apesar de ter dominado o jogo, as francesas não foram eficientes e perderam muitas chances de gol. O próximo confronto será fora de casa contra a Suécia, na semana que vem. A vitória se mostrou ainda mais importante porque o outro jogo do grupo 3 terminou empatado: Inglaterra e Suécia ficaram no um a um. Assim, a França lidera o grupo depois desta rodada. Foto: FFF .fr A França marcou logo no início. Marie-Antoinette Katoto fez o gol que colocou as francesas em vantagem no placar. Depois de balançar a rede irlandesas, a França proporcionou um festival de gols perdidos. A goleira irlandesa foi a melhor em campo, fazendo defesas que seguraram o grito de gol das francesas, principalmente nos chutes de Toletti, Le Sommer e Becho. O técnico da França, Hervé Renard, reconheceu que o último toque precisa ser aprimorado. “Espero que tenhamos mais calma na terça para conseguirmos fazer gols e não sofrermos tanto”, disse o técnico francês.
- Red Star vence mais uma e fica perto da Ligue 2
Sexta-feira com tempo nublado em Paris. Uns optam por sair pra jantar, outros sair pra balada... mas tem uma torcida apaixonada que não larga o time de jeito nenhum. E não é o Paris Saint-Germain; é o Red Star, tradicional clube francês que nos últimos meses tem enchido de esperança os corações de seus fanáticos torcedores. O Red Star é o líder da terceirona do campeonato francês, que por aqui é chamada de National 1. Faltando sete rodadas para o fim do campeonato, o Red Star entrou em campo com 56 pontos, sete a mais do que o vice-líder Niort, adversário da noite nublada parisiense. Apontado pelos analistas franceses como o duelo mais difícil até o momento, o Red Star começou a partida com uma invencibilidade de sete partidas (três vitórias e quatro empates). A última derrota foi no dia 19 de fevereiro; um a zero pro Rouen. Foto: Tineh / Red Star O GALO FRANCÊS acompanhou este duelo de líder e vice-líder da terceirona do francês direto do estádio Bauer, inaugurado em 1909 e que já recebeu jogo da Seleção Brasileira. A partida amistosa contra Andorra foi disputada como preparação para a Copa de 1998. Naquele jogo, o Brasil do saudoso técnico Zagallo venceu por três a zero com gols de Giovanni, Rivaldo e Cafu. Abro parêntese agora para o gramado do Stade Bauer. Incrível como um jogo da terceira divisão do campeonato francês é disputado num gramado em condição superior a de muitos que recebem jogos da série A do Brasileirão. Fecho parêntese. O acanhado estádio, que hoje tem capacidade de 4.500 pessoas, estava bem cheio. A única arquibancada para os torcedores do Red Star estava praticamente sem lugares vazios, enquanto que o local destinado aos torcedores do time visitante ainda tinha acentos vagos. Logo que a bola rolou, o Niort partiu pra cima. Teve as melhores oportunidades. Aos 17 minutos, Inchaud quase abriu o placar para os visitantes. Dois minutos depois, ele fez grande jogada pela esquerda e tocou pra Elphege, que, livre de marcação, isolou. E tanta pressão deu resultado. Aos 24, Inchaud foi derrubado na área. O árbitro assinalou e nem teve contestação – no National 1 francês não tem VAR. Elphege cobrou e fez um a zero pro Niort. Fim do primeiro tempo e alguns torcedores do Red Star começaram a demonstrar impaciência com a apatia do time. Sobrou até para a 777. A empresa que hoje comanda o futebol do Vasco, comprou o Red Star em 2022 e ainda não foi totalmente aceita por um grupo de torcedores, que têm até bandeira contra a empresa americana. Na volta do intervalo, o técnico francês Habib Beye, que completou 100 jogos no comando do Red Star, colocou o atacante Ivann Botella no lugar de Hachem. A entrada do camisa 17 mudou completamente o ritmo de jogo. Atuando como um ponta, infernizou a zaga do Niort. E não demorou para o Red Star empatar. Aos 13 minutos do segundo tempo, Benali recebeu na esquerda, se livrou da marcação e fez um belo gol. Dez minutos depois, Botela fez o gol da virada para o Red Star. E poderia ter sido mais se o mesmo Botela não tivesse perdido um gol cara a cara com o goleiro Delecroix. Foto: Tineh / Red Star A vitória por dois a um isolou ainda mais o Red Star na liderança da terceirona com 59 pontos. Agora já são 10 de vantagem sobre o Niort, vice-líder. Faltando seis jogos, o acesso à Ligue 2, também conhecida como segundona, está cada vez mais perto para o Red Star.















