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  • Espanha vence França em jogo de nove gols e vai à final da Liga das Nações

    Duas etapas bem diferentes e um placar com muitos gols. A Espanha venceu a França por 5x4 em Stuttgart, na Alemanha, e garantiu vaga na decisão da  Liga das Nações da Uefa. Recorde de gols num só jogo na história do torneio.  Nico Williams e Merino marcaram para a equipe espanhola no primeiro tempo. Depois disso, Lamine Yamal fez o terceiro. Pedri também balançou as redes antes de Yamal marcar novamente. Quando estava quatro a zero, Mbappé diminuiu em cobrança de pênalti. Os três últimos gols do jogo foram franceses: Dani Vivian (gol contra), Cherki e Kolo Muani. O grande destaque foi o goleiro Simón. Com várias defesas importantes, principalmente no primeiro tempo, ele foi fundamental para a vitória sobre a França, que fez 26 finalizações contra 15 da Espanha. O adversário da Espanha na final, que será jogada no domingo, será Portugal.

  • Novak Djokovic: “Pode ter sido minha última partida aqui”

    Sua saudação à torcida parisiense teve o ar de uma despedida. Derrotado nas semifinais de Roland- Garros pelo italiano e número 1 do mundo Jannik Sinner, Novak Djokovic, de 38 anos, explicou em entrevista coletiva: “Sinto uma grande gratidão pelo apoio que recebi esta noite, foi incrível. Acho que nunca recebi tanto apoio nesta quadra durante uma grande partida contra um dos melhores jogadores do mundo”, disse na noite desta sexta (06/06) na entrevista coletiva após a partida na quadra Philippe-Chatrier. Foto: FFT “Pode ter sido minha última partida aqui. Por isso foi emocionante”, acrescentou o sérvio que tem 24 títulos de campeão de Grand Slam. “Eu não disse que era a última, mas pode ser a última”, esclareceu. “Doze meses, nesta fase da minha carreira, é muito tempo. Quero continuar jogando? Sim. Ainda poderei jogar em doze meses? Não sei”, finalizou Djokovic.

  • Russell vence no Canadá em corrida marcada por acidente com as duas McLaren

    O britânico George Russell (Mercedes) venceu o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1. A prova deste domingo (15/06) ficou marcada por um acidente com as duas McLaren. Foto: F1 Official Russell dominou a corrida e praticamente não foi incomodado. A quatro voltas do fim, os dois pilotos da McLaren, em luta por posição, bateram. Na verdade, Norris tentou uma manobra por um lugar que não cabia sequer meio carro. O inglês bateu em Piatri e abandonou a corrida. O australiano seguiu na prova e terminou em quarto. Max Verstappen chegou em segundo. O italiano Kimi Antonelli subiu ao pódio pela primeira vez na F1. Os franceses não foram bem no Canadá: Ocon, Gasly e Hadjar não fizeram pontos.

  • Lois Boisson: números insanos do fenômeno

    Ela desafiou completamente as probabilidades em Porte d'Auteuil este ano. Lois Boisson, 361ª colocada no ranking antes de sua estreia em Roland Garros, para onde foi convidada, jogará sua primeira semifinal de Grand Slam contra Coco Gauff nesta quinta-feira, 5 de junho de 2025. Uma epopeia tão impressionante quanto os recordes estabelecidos pela francesa durante a quinzena. Foto: FFT Onde Lois Boisson terminará em Roland Garros? A francesa alcançou um novo feito na quarta-feira ao eliminar Mirra Andreeva, número 6 do mundo, e estará nas semifinais em Porte d'Auteuil, enfrentando Coco Gauff (número 2), nesta quinta-feira, 5 de junho. Uma sequência excepcional para uma tenista que ocupava o 361º lugar no ranking mundial antes de sua estreia no saibro parisiense, simbolizada por vários números. Após sua vitória nas quartas de final, Lois Boisson se tornou a primeira francesa a chegar às semifinais em Roland Garros desde Marion Bartoli, em 2011. Mas isso não é tudo. Ela também é a primeira francesa a chegar às semifinais de um grande torneio desde Caroline Garcia (no US Open, em 2022). Boisson alcançou outra estatística impressionante: a de ser a primeira wild card da história a chegar às semifinais do simples feminino em Porte d'Auteuil. Estamos nos precipitando, mas, como lembrete, apenas Kim Clijsters venceu um Grand Slam como convidada. Isso foi em 2009, no US Open. Depois de Jennifer Capriati (Roland-Garros 1990), Lois Boisson se tornou a segunda jogadora a se classificar para as semifinais em sua primeira participação em um torneio do Grand Slam. A jovem de 22 anos de Dijon é a segunda tenista a derrotar duas top 10 (Pegula e Andreeva) em mais de 40 anos, em sua primeira participação em um torneio do Grand Slam. Monica Seles já havia alcançado esse feito. Também foi no saibro parisiense, em 1989 (Garrison e Maleeva). Chegando a Paris na 361ª posição no ranking da WTA, Lois Boisson é agora a jogadora com a classificação mais baixa nas semifinais de um torneio do Grand Slam em mais de 40 anos (sem contar Clijsters, no US Open em 2006, e Henin no Aberto da Austrália em 2010, ambas não classificadas pela WTA). Mesmo que sua sequência termine às portas da final nesta quinta-feira, a francesa dará um salto impressionante no ranking da WTA na segunda-feira, 9 de junho, alcançando a 68ª posição, de acordo com a Federação Francesa de Tênis. Antes de eliminar Mertens (24ª), Pegula (3ª) e Andreeva (6ª), Lois Boisson não havia conseguido vencer nenhuma jogadora classificada abaixo do Top 90. Seu melhor desempenho: a eliminação de sua compatriota Varvara Gracheva (então 91ª), em Saint-Malo, em abril de 2024. Este é o valor que a francesa receberá caso seja eliminada nas semifinais. É mais de cinco vezes o prêmio em dinheiro de sua carreira. Antes de chegar a Porte d'Auteuil, seus ganhos totalizavam € 129.000, segundo a WTA.

  • PSG é campeão com maior goleada da história das finais de Champions

    O 5x0 do Paris Saint-Germain sobre a Inter de Milão, que consagrou o time francês com o primeiro título da equipe francesa na Champions League, foi a maior goleada em uma final da Liga dos Campeões. Fotos:JAzouze/PSG Com o resultado deste sábado, o PSG superou três vitórias por quatro gols de diferença em finais de Champions. A última delas foi na final da tempoarda 1993/94, quando o Milan goleou o Barcelona por 4x0 na decisão. Antes, o Real Madrid venceu o Eintracht Frankfurt por 7x3 na final da temporada 1959/60. Na final de 1973/74, o Bayern de Munique goleou o Atlético de Madrid por 4x0.

  • PSG é campeão da Champions League

    O Paris Ssaint-Germain chegou ao topo da Europa e conquistou a Champions League pela primeira vez ao golear a Inter de Milão por 5x0, neste sábado (31/05), na final disputada em Munique, na Alemanha. Sem grandes estrelas e grandes nomes Du futebol internacional, o PSG apostou nesta temporada numa equipe jovem e promissora. O destaque da final foi Desiré Doué, de 19 anos, que fez dois gols e deu uma assistência. Hakimi, Kvara e Mayulu completaram o placar da maior goleada da história das finais da Liga dos Campeões. Fotos: JAzouze/PSG Doué, que chegou ao clube no início desta temporada, deu um lindo drible antes de cruzar para o marroquino Hakimi abrir o placar aos 13 minutos de partida. Depois, finalizou e, com um desvio na zaga, fez PSG dois a zero. aos 20 minutos de jogo. No começo da etapa final, fez o terceiro do clube francês. Kvara e Mayulu também balançaram as redes. O técnico Luis Enrique, campeão da Champions há dez anos com o Barcelona, repetiu a conquista em sua segunda temporada no Paris Saint-Germain. O espanhol foi o responsável por construir um time efetivo sem a presença dos antigos e recentes pilares, como Messi, Neymar e Mbappé. Em campo, Enrique lembrou a filha, Xana, que morreu em 2019, aos nove anos, vítima de um tumor ósseo . Remanescente do vice-campeonato em 2020, Marquinhos viveu um momento histórico na carreira. O zagueiro brasileiro e capitão do PSG ergueu o troféu da Champions League, sendo o segundo brasileiro a fazer o gesto; Marcelo, que fez o mesmo com o Real Madrid em 2021/22, não jogou a final contra Liverpool, mas foi convidado pelos companheiros de Real Madrid porque foi o capitão naquela temporada. Além de Marquinhos, o PSG conta com Lucas Beraldo no elenco que foi campeão da Champions League. Até hoje, 58 brasileiros conquistaram ao menos uma edição da Liga dos Campeões. Na lista abaixo, os brasileiros Mazola, Jorginho, Thiago Motta e Deco ficaram de fora porque foram naturalizados. São eles: 2024/25 –  Beraldo e Marquinhos (PSG) 2023/24 –  Éder Militão, Vini Jr e Rodrygo (Real Madrid) 2022/23 –  Ederson (Manchester City) 2021/22 –  Éder Militão, Marcelo, Casemiro, Vini Jr e Rodrygo (Real Madrid) 2020/21 –  Thiago Silva (Chelsea) 2019/20 –  Philippe Coutinho (Bayern de Munique) 2018/19 –  Alisson, Fabinho e Firmino (Liverpool) 2017/18 –  Marcelo e Casemiro (Real Madrid) 2016/17 –  Danilo, Marcelo e Casemiro (Real Madrid) 2015/16 –  Danilo, Marcelo e Casemiro (Real Madrid) 2014/15 –  Daniel Alves, Douglas, Adriano, Rafinha Alcântara e Neymar (Barcelona) 2013/14 –  Marcelo e Casemiro (Real Madrid) 2012/13 –  Rafinha, Dante e Luiz Gustavo (Bayern de Munique) 2011/12 –  David Luiz e Ramires (Chelsea) 2010/11 –  Daniel Alves, Maxwell e Adriano (Barcelona) 2009/10 –  Júlio César, Maicon e Lúcio (Inter de Milão) 2008/09 –  Daniel Alves e Sylvinho (Barcelona) 2007/08 –  Anderson (Manchester United) 2006/07 –  Dida, Cafu, Serginho, Kaká e Ricardo Oliveira (Milan) 2005/06 –  Belletti, Edmílson, Sylvinho e Ronaldinho Gaúcho (Barcelona) 2003/04 –  Carlos Alberto, Bruno Moraes e Derlei (Porto) 2002/03 –  Dida, Roque Júnior, Serginho e Rivaldo (Milan) 2001/02 –  Roberto Carlos, Flávio Conceição e Sávio (Real Madrid) 2000/01 –  Élber e Paulo Sérgio (Bayern de Munique) 1999/00 –  Júlio César, Roberto Carlos e Sávio (Real Madrid) 1997/98 –  Roberto Carlos e Sávio (Real Madrid) 1996/97 –  Júlio César (Borussia Dortmund) 1986/87 –  Celso, Elói, Juary e Casagrande (Porto) 1964/65 –  Jair da Costa (Inter de Milão) 1963/64 –  Jair da Costa (Inter de Milão) 1962/63 –  Dino Sani (Milan) 1959/60 –  Canário (Real Madrid)

  • Metz garante Ligue 1 e rebaixa Reims para segundona

    O Metz venceu o Stade de Reims na casa do adversário nesta quinta (29/05), no jogo de volta dos pla-offs Ligue 1/Ligue 2. Com a vitória por três a um, o Metz retorna a Ligue 1 na próxima temporada, apenas um ano após o rebaixamento. Vice-campeão da Copa da França, o Reims amarga o rebaixamento a Ligue 2. Mais uma vez, foi o azarão que derrotou o favorito. E, como costuma acontecer, o suspense continuou até os momentos finais, com a decisão na prorrogação. Presente na primeira divisão do futebol francês desde 2018, o time de Reims jogará na segunda divisão na próxima temporada. No entanto, nada indicava uma vitória para o Metz, que ainda não havia tentado um único chute a 15 minutos do fim do tempo regulamentar. No entanto, foram os jogadores de Stéphane Le Mignan que conseguiram reverter o jogo, que vinha em péssimas condições desde que o Reims abriu o placar (1 a 0, 57'). Liderados pelo capitão, o Metz encontrou os recursos necessários para voltar ao jogo. Cheio de abnegação, Matthieu Udol conseguiu empatar o jogo com sua equipe (1-1, 78'). A tensão aumentou nas arquibancadas do estádio Auguste-Delaune. Foi finalmente na prorrogação que as duas equipes se acertaram. E foi lá que Gauthier Hein se destacou da maneira mais bela. Primeiro, dando uma assistência soberba para Alpha Touré (1-2, 110'), e depois marcando um gol de 45m alguns momentos depois (1-3, 114'). Ao apito final, os Grenats explodiram em júbilo enquanto se dirigiam ao recinto da sua torcida. Do outro lado, a equipe de Rémois desabou no chão. No espaço de uma semana, perderam a final da Copa da França para o Paris Saint-Germain, selando o rebaixamento para a Ligue 2.

  • Nadal tem pegada eternizada em Roland-Garros

    Rafael Nadal está eternizado em Roland Garros. Dono de 14 títulos e protagonista de uma das maiores histórias já escritas no esporte, o Rei do Saibro voltou à quadra Philippe-Chatrier neste domingo, 25, pela primeira vez desde sua aposentadoria, para ser celebrado em uma homenagem emocionante e carregada de simbolismo preparada pela organização do Grand Slam francês. O recordista absoluto de títulos entrou na quadra onde fez história após o marcante anúncio de Marc Maury, locutor oficial do torneio, que reviveu um dos momentos mais emblemáticos das apresentações de Nadal durante os jogos, ao recitar, um a um, os anos em que o espanhol se sagrou campeão em Paris: 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2022. Visivelmente emocionado, Nadal foi recebido sob fortes aplausos, acenando para familiares e amigos presentes. Estavam lá sua esposa, Maria Francisca Perello, o filho, Rafa Júnior, seus pais, Sebastian e Ana Maria, além da irmã, Maria Isabel, das duas avós e do tio e ex-treinador Toni Nadal. Nomes do presente e do futuro do tênis, como Carlos Alcaraz, Juan Carlos Ferrero e a tetracampeã de Roland Garros Iga Swiatek também fizeram questão de prestigiar o espanhol. Um vídeo especial produzido pela organização relembrou os principais momentos da carreira de Nadal no saibro francês, enquanto bandeiras com imagens do tenista eram içadas no teto do estádio. Nas arquibancadas, os torcedores que vestiam uma camisetas brancas e na cor laranja, representando o saibro, fizeram um mosaico com o nome do tenista ao lado de um coração. Na sequência, funcionários e trabalhadores do torneio foram convidados à quadra, representando o carinho e a gratidão da equipe de Roland Garros pelo legado construído pelo espanhol. Nadal discursou em inglês, francês e espanhol, e fez inúmeros agradecimentos às pessoas que contribuíram para sua história vitoriosa na carreira. “Boa noite a todos, isso é difícil para mim”, disse Nadal, lutando contra as lágrimas. “Não sei como começar depois de ter jogado nesta quadra nos últimos 20 anos. Ter gostado, sofrido, vencido, perdido… Acima de tudo, [estou] emocionado por ter tido a chance de jogar aqui.” “Minha infinita gratidão a Gilles [Moretton, presidente da Federação Francesa de Tênis], Amelie [Mauresmo, diretora do Grand Slam francês] e a toda a equipe de Roland Garros por me darem a oportunidade de ter essa despedida, sem dúvida, na quadra de tênis mais importante da minha carreira”, acrescentou. Um dos momentos mais emocionantes da festa aconteceu quando Roger Federer, Novak Djokovic e Andy Murray entraram na quadra. O reencontro do Big 4, os quatro maiores tenistas da geração, foi marcado por abraços, sorrisos e discursos que arrancaram lágrimas da plateia. “Vivi de tudo nesses 20 anos. Tive rivais incríveis — como Andy, Novak e, claro, Roger — e muitos outros que me levaram aos meus limites físicos e mentais. Nada seria tão emocionante sem essas rivalidades duradouras que nos impulsionaram a melhorar a cada dia. Roland Garros é único. Não apenas por ser uma parte fundamental da história, mas por todas as pessoas que trabalham incansavelmente, com um sorriso, para tornar este torneio o que ele é, único”, destacou Nadal. Na parte final da cerimônia, a Federação Francesa de Tênis presenteou Nadal com um troféu especial de lenda do torneio. A homenagem mais significativa, no entanto, veio na sequência. A organização de Roland Garros revelou uma placa escondida no saibro da arena com o nome de Rafa e a pegada do tenista, eternizando sua marca no principal palco do torneio. Para encerrar, Nadal deu uma volta olímpica enquanto era ovacionado pelo púbico e pegou o filho no colo para ao se despedir da quadra mais importante de sua vitoriosa carreira. Por UOL https://bandsports.uol.com.br/nadal-vai-as-lagrimas-com-homenagem-emocionante-e-tem-pegada-eternizada-em-roland-garros/

  • PSG vence Reims na final e conquista Copa da França

    No modo Liga dos Campeões e rolo compressor. Foi assim que o Paris Saint-Germain entrou em campo para disputar a final da Copa da França contra o Reims neste sábado (24/05) no Stade de France. O favoritismo do time da capital logo foi correspondido às expectativas. Fotos: JAzouze/PSG Em uma demonstração de força imensa, e diante de um adversário que luta nos playoffs para se manter na Ligue 1, o PSG enfiou um três a zero – ainda no primeiro tempo – no fraco time do Stade de Reims. O Reims, que pareceu estar mais preocupado com o segundo e decisivo jogo dos playoffs contra o Metz na próxima quarta-feira, foi vítima frágil do finalista da Champions League. Bradley Barcola destruiu! Com dois gols e uma assistência, tudo no primeiro tempo, o camisa 29 foi o craque em campo. Ele marcou os dois gols primeiros gols – um aos 17min e outro aos 19. Faltando dois minutos para o fim do tempo regulamentar da primeira etapa, ele ainda deu a assistência para o gol de Hakimi, que também teve grande destaque na partida. O lateral marroquino fez as duas assistências para os gols de Barcola. Com o placar de três a zero no Reims, construído no primeiro tempo, o PSG conquistou a Copa da França; foi o segundo titulo nesta temporada – o clube foi campeão da Ligue 1. O título vem uma semana antes da final da Champions League, que será disputada em Munique, na Alemanha, contra a Inter de Milão.

  • Reims e Metz deixam definição de rebaixamento para último jogo

    Antes do jogo de volta, daqui a oito dias no estádio Auguste-Delaune, não há qualquer definição. Apesar de ter dominado e ter assumido a liderança do placar graças ao seu capitão, Matthieu Udol aos 38 minutos do primeiro tempo, o Metz levou o gol de Cédric Kipré  aos sete minutos da etapa final e terminou com o empate contra o Reims na partida de ida do playoff de acesso à Ligue 1, nesta quarta (21/05), no Stade Saint-Symphorien diante de quase 27.500 torcedores. Agora o Reims volta suas atenções para a difícil final da Copa da França, que será disputada no sábado contra o PSG  no Stade de France. A partida que vai definir o clube que vai jogar a Ligue 1 será na quinta-feira, 29 de maio, no Marne.

  • PSG, OM e Mônaco e outras 19 equipes já estão na Liga dos Campeões

    Classificados até este momento para a fase da Liga dos Campeões: França : Paris Saint-Germain, Marselha, Mônaco Alemanha : Bayern de Munique, Bayer Leverkusen, Eintracht Frankfurt e Borussia Dortmund. Inglaterra : Liverpool e Arsenal Espanha : Barcelona, ​​​​Real Madrid, Atlético de Madrid, Athletic Club e Villarreal Grécia : Olympiakos Itália : Napoli, Inter de Milão e Atalanta Holanda : Ajax e PSV Eindhoven Portugal : Sporting República Tcheca : Slavia Praga Turquia : Galatasaray

  • Cherki é convocado pela primeira vez para seleção da França

    “Tive muitas discussões com Gérald Baticle (técnico do Espoirs, nota do editor), que também está enfrentando alguns problemas. Rayan (Cherki) poderia muito bem ter sido convocado em março, devido ao que está fazendo com seu clube, o Olympique Lyonnais, onde tem sido muito mais decisivo em seus gols e passes. Ele finalmente estará aqui desta vez. Quando seleciono um jogador que tem a liberdade de escolher outra seleção, é porque sinto que é o momento certo e preciso disso. Certamente não é para impedi-lo de fazer qualquer outra coisa. Em nenhum momento joguei com isso desde que me tornei treinador. Ele tem habilidades individuais reais para criar diferenças. Ele pode ser usado no centro do jogo ou ligeiramente deslocado para o lado direito, embora eu não esteja convencido de que essa seja a posição que ele prefere (sorriso). Quero que ele faça parte do coletivo, mantendo sua criatividade e espontaneidade. » Foto: FFF Assim como para Rayan (Cherki), será uma estreia para Pierre (Kalulu). É claro que tivemos que compensar as ausências de Jules Koundé, Dayot Upamecano e William Saliba, que não poderão se juntar a nós a tempo, mas o estamos acompanhando há algum tempo. Pierre teve uma temporada muito boa na Juventus de Turim, depois de ter tido um desempenho excelente no Milan, antes de apresentar problemas físicos. Ele tem a capacidade de ser utilizado em duas posições, como zagueiro central ou lateral-direito. Apesar da necessidade de resultados e das expectativas em torno da seleção, a integração de novos jogadores permite que as coisas avancem. Isso permite que minha comissão técnica e eu aprendamos algumas lições sobre os prazos futuros. Depois, caberá a eles confirmar, mesmo que haja muita concorrência. Se olharmos para as estatísticas, ele está no mesmo nível do que alcançou no Paris Saint-Germain, tendo trocado de clube neste verão. Kylian teve um pouco de dificuldade, mas isso não o impediu de continuar sendo um dos atacantes mais eficazes do mundo (vinte e nove gols na La Liga, artilheiro, nota do editor). Sua temporada no Real Madrid ainda não acabou e ele ainda tem um jogo no campeonato para melhorar esse total. Ele não está no seu melhor momento, devido a uma lesão na hora errada e à forte concorrência no meio-campo do Paris Saint-Germain. Mas só porque um jogador está passando por um momento difícil em seu clube não significa que ele não deva mais jogar pela seleção francesa. Isso já aconteceu no passado, por exemplo, com Olivier Giroud, quando ele teve menos tempo de jogo no Chelsea. É importante que os jogadores tenham o meu apoio. Warren é muito jovem e já conquistou grandes feitos no início da carreira. Às vezes, é possível manter o mesmo nível por um tempo antes de continuar evoluindo. Tenho confiança nele e no seu potencial. Sabemos muito bem o que nos espera. A Espanha é certamente a melhor seleção da Europa, se não do mundo, neste momento. É uma formação muito completa, com Lamine Yamal, obviamente, capaz de alcançar feitos extraordinários e que terão de ser limitados. Mas não é só ele. Há alguns anos, esta seleção tem tido a capacidade de controlar a bola. Além disso, Luis de la Fuente (o técnico espanhol, nota do editor) tem jogadores que trazem muita velocidade para as pontas, como Yamal e Nico Williams.

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