Le Havre ganha do Toulouse com um jogador a menos
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O Le Havre conquistou uma vitória impressionante contra o Toulouse (2-1) em uma partida emocionante, na qual ambos os goleiros, Mory Diaw e Lionel Mpasi, fizeram defesas fenomenais, notadamente uma cabeçada à queima-roupa desviada pelo goleiro congolês com um reflexo puro (90+4). Com um jogador a menos logo no início, após a expulsão de Arouna Sanganté (2º minuto, veja abaixo), o time da casa também precisou trocar de goleiro no intervalo, com o lesionado Diaw sendo substituído por Mpasi.
Em um jogo de um time só, dominado pelo Toulouse (25 finalizações contra 5), o Le Havre, demonstrando um espírito impecável, aproveitou duas perdas de bola no meio-campo para marcar em contra-ataques fulminantes de Issa Soumaré (43º e 53º minutos). O Toulouse reagiu bem antes do intervalo com Djibril Sidibé, que aproveitou uma confusão na área e finalizou de voleio após um escanteio (1-1, 45º +3), mas não foi o suficiente.
O Toulouse nunca conseguiu furar a defesa do time da casa, apesar de seus melhores esforços, atacando constantemente o campo da Normandia sem sucesso (64 toques na área adversária, contra apenas seis do Le Havre). Sempre havia um pé, uma cabeçada ou uma defesa para impedir que a bola entrasse. O Toulouse pensou ter empatado pela segunda vez, mas o gol de Santiago Hidalgo foi corretamente anulado pelo VAR devido a um toque de mão de Jacen Russell-Rowe na jogada (74º minuto). Na tabela, o Le Havre subiu significativamente de posição, já que agora possui uma vantagem provisória de doze pontos acima da zona de rebaixamento.
Poderíamos ter falado de Soumaré, é claro, ou de Mpasi, ou até mesmo de Gautier Lloris, que foi monstruoso na defesa. Mas a atuação de Sofiane Boufal também foi notável. Mesmo jogando apenas 65 minutos, o talentoso ponta contratado pelo Le Havre neste inverno brilhou com sua qualidade técnica, segurando a bola em momentos cruciais e dando a assistência para o segundo gol de Soumaré. O marroquino também recuperou sete bolas, o maior número até o momento em que foi substituído, o que normalmente não é seu ponto forte.

E pensar que o Le Havre ficou com dez jogadores logo aos 2 minutos... tudo por causa de uma entrada violenta de Arouna Sangante em Emersonn, que foi atingido logo acima do tornozelo direito. Embora Jérôme Brisard tenha inicialmente mostrado o cartão amarelo, a revisão do VAR imediatamente anulou sua decisão. Não demorou muito para que ele mostrasse o necessário cartão vermelho. Era possível até ver as marcas das travas da chuteira do zagueiro do Le Havre no tornozelo do brasileiro.







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