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  • Vicent Collet deixa cargo de técnico da seleção masculina de basquete

    Por Suzanne Drapo Após 15 anos à frente da seleção francesa masculina de basquete, Vincent Collet deixa o cargo de treinador após a medalha de prata nos Jogos Paris-2024. Ele será Assessor Especial da Diretoria Técnica Nacional da Federação Francesa de Basquete. Foto: Josselin Clair Desde que assumiu o cargo, em 4 de março de 2009, Vincent Collet reescreveu, de certa forma, a história da seleção francesa nas quadras. Collet é o técnico que mais vezes esteve à frente da seleção francesa; foram 253 partidas, número bem superior às 176 de Pedro Dão, segundo maior da história do basquete francês. Ele também é o treinador mais vitorioso da história do Hexágono, com 179 vitórias. O segundo maior é Robert Busnel, que obteve 98. Collet comandou a seleção em seis EuroBasket, quatro Copas do Mundo e quatro Jogos Olímpicos. De 1926, data da primeira partida da seleção masculina de basquete, até 2008, ano anterior à chegada de Vicent Collet à seleção, a França tinha conquistado sete medalhas em campeonatos internacionais. Quando foi nomeado treinador da equipe, Vicent Collet colecionou oito medalhas: Prata - EuroBasket 2011 Ouro - EuroBasket 2013 Bronze - Copa do Mundo de 2014 Bronze - EuroBasket 2015 Bronze - Copa do Mundo 2019 Prata - Jogos Olímpicos de 2021 Prata - EuroBasket 2022 Prata - Jogos Olímpicos de 2024 No âmbito dos dois próximos projetos olímpicos (Los Angeles 2028 e Brisbane 2032), Vicent Collet passará a ocupar, dentro da Federação Francesa, a função de Assessor Especial da Diretoria Técnica da França. Ele estará sob a autoridade do Diretor Técnico da França, Alain Contensoux. Vincent Collet terá diversas missões diretamente ligadas à sua experiência como treinador nas áreas técnica, educacional e gerencial.

  • Fauthoux é o novo técnico da seleção francesa masculina de basquete

    Por Suzanne Drapo A Federação Francesa de Basquetebol oficializou Frédéric Fauthoux como técnico da seleção francesa masculina nesta quarta (25/9). Ele vai suceder Vincent Collet, que anunciou sua saída do cargo de treinador logo após o final da Olimpíada de Paris. Frédéric Fauthoux assume o cargo com um contrato que vai até 2028. Será ele quem vai comandar a seleção masculina na Olimpíada de Los Angeles daqui a quatro anos. A França conquistou duas medalhas de prata nos dois últimos Jogos Olímpicos (Tóquio-2020 e Paris-2024). Foto: FIBA Medalhista de bronze na Euro-2005, o francês de 51 anos dirigirá pela primeira vez a França em sua carreira como treinador. Fauthoux será auxiliado por Laurent Vila e Bryan George, atualmente no Atlanta Hawks. A comissão técnica será formada também por Joseph Gomis, que será responsável pelo desenvolvimento pessoal, Pascal Donnadieu, que será consultor, e Maxime Chiron, responsável pela coordenação de vídeo. A estreia do novo treinador será em novembro contra o Chipre nas eliminatórias para Euro-2025. Para este jogo, Fauthoux não contará com os dois auxiliares que trabalham na NBA. A seleção feminina francesa de basquete continua com o mesmo treinador. Jean-Aimé Toupane, de 66 anos, renovou seu contrato e continuará à frente da seleção que foi medalha de prata nos Jogos Paris-2024. Toupane ficará com no comando da seleção feminina até o final dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

  • Kanté é escolhido craque do jogo no empate contra Holanda

    França e Holanda não saíram do zero nesta sexta (21/6) pela segunda rodada do grupo D da Euro. A seleção de Didier Deschamps não contou com o craque e capitão Kylian Mbappé, que fraturou o nariz no jogo contra a Áustria – Antoine Griezmann assumiu a braçadeira. A França sentiu o desfalque, já que foi dominada pela Holanda. Foto: Filip Singer O resultado só não foi pior para os franceses porque o árbitro anulou corretamente o gol da Holanda, assinalado por Xavi Simons, no final do segundo tempo. Dumfries, que estava em impedimento na pequena área, atrapalhou o goleiro Maignan, segundo a arbitragem. É preciso destacar, também, a atuação de Maignan. O goleiro francês fez importantes defesas que garantiram a frustração da Holanda diante da França. Na melhor chance da França, ainda no primeiro tempo, Rabiot optou em não chutar para o gol e passar a bola para Griezmann que, apesar de sofrer marcação, errou a bola e ficou caído no gramado.

  • Onze jogadores da Ligue 1 disputam Copa América

    O Brasil estreia na edição 2024 da Copa América nesta segunda (24/6) contra a Costa Rica. No elenco brasileiro, convocado pelo técnico Dorival Júnior, há dois jogadores que disputaram a última temporada europeia em gramados franceses. Fotos: Team Pios/PSG O experiente Marquinhos e o novato Lucas Beraldo são os dois brasileiros que jogarão a mais importante competição das Américas e que jogaram o campeonato francês 2023/24. Curiosamente, os dois vestem a camisa do Paris Saint-Germain. Mas ainda há outros nove jogadores de seleções que disputam a edição 2024 da Copa América, jogada nos Estados Unidos, que defendem clubes franceses. Outro jogador do PSG que está inscrito para a disputa desta Copa América é o volante uruguaio Manuel Ugarte. O Monaco também cedeu mais de um jogador para esta Copa: o atacante americano Folarin Balogun e o zagueiro chileno Guillermo Maripan. Assim como o Monaco, o Toulouse também teve dois jogadores convocados para a Copa América: o volante chileno Gabriel Suazo e o meia colombiano Cristian Casseres. Atual campeã, a Argentina convocou o lateral esquerdo Nicolas Tagliafico, que veste a camisa do Olympique Lyonnais, atual vice-campeão da Copa da França. Já o Olympique de Marseille verá o lateral direito Amir Murillo jogando pelo Panamá. Zagueiro do Lens, Deiver Machado será companheiro de Cristian Casseres na seleção da Colômbia. O Canadá convocou o atacante Jonathan David, do Lille.

  • "Estou morto. Paul Pogba não existe mais"

    “Estou acabado. Estou morto. Paul Pogba não existe mais”. A declaração foi feita pelo próprio volante francês, campeão mundial com a França na Copa de 2018 nesta segunda (24/6). Suspenso até 2027 por doping, Pogba acredita que a carreira no futebol está terminada. Foto: Daniele Mascolo Autor de um dos gols da vitória da França sobre a Croácia na final da Copa de 2018, Pogba está suspenso desde agosto do ano passado, quando testou positivo para testosterona depois de uma partida da Juventus, clube com o qual tem contrato até o final da temporada 2025/26, contra a Udinese pelo campeonato italiano de 2022/23. Em entrevista ao jornal The Guardian Nigeria, o jogador diz “já não sei quem sou. O futebol era minha vida, a minha paixão. Agora parece que me perdi. Tudo que construí na minha carreira me foi retirado”.

  • França empata com Polônia e avança para oitavas

    Dois pênaltis, um pra cada seleção. Mbappé – que atuou de máscara para proteger o nariz fraturado – fez para os franceses, enquanto que Lewandowski marcou para os poloneses. O empate acabou sendo justo pelo que França e Polônia apresentaram nesta terça (25/6) em Dortmund, na Alemanha, pelo fechamento do Grupo D da Euro. O empate deixou a França com o segundo lugar do grupo – o primeiro ficou com a Áustria, que venceu a Holanda no mesmo horário em Berlim. Mesmo tendo perdido por três a dois, os holandeses avançam para as oitavas com um dos melhores terceiros lugares da competição. Fotos: Photo Picture Alliance/Icon Sport A novidade na escalação da França foi Barcola. O atacante do Paris Saint-Germain começou como titular no lugar de Griezmann, sacado do time por opção técnica. A última vez que Griezmann começou um jogo da França no banco foi em 2016. O meia atacante do Atlético de Madrid entrou aos 15 minutos do segundo tempo e se tornou o jogador com mais jogos com a camisa da França em competições internacionais (Euro e Copa do Mundo). Agora, Griezmann tem 33 partidas (19 em Copas e 14 em Euros) pela França, uma a mais que o ex-zagueiro Lilian Thuram, pai de Marcus Thuram, companheiro de Griezmann na seleção de Deschamps. Com a definição do Grupo D, resta saber, agora, o adversário da França nas oitavas, que só será conhecido nesta quarta.  A seleção de Didier Deschamps vai encarar o segundo colocado do Grupo E, que tem Bélgica, Romênia, Eslováquia e Ucrânia, todos com três pontos em dois jogos.

  • CT de Saquarema na França

    Por Marcio Arruda O início da Olimpíada de Paris está cada vez mais próximo. E o sonho de mais um título olímpico no vôlei passa por uma pequena região perto da capital da França. Ocupando uma área de seis mil quilômetros quadrados e com um milhão de habitantes, Moselle está situada a nordeste do país e fica a quase duas horas de trem de Paris. Até bem pouco tempo atrás, a região só ganhava destaque nas mídias esportivas com o time feminino de handebol da capital Metz, que é o maior campeão francês com 40 títulos, e com a equipe masculina de futebol, que tem o mesmo nome da capital de Moselle e disputa a primeira divisão do campeonato francês. Mas, a partir de agora, esta região passa a ter uma forte ligação com o Brasil. Moselle virou a casa do vôlei brasileiro na Europa. A região modernizou as instalações esportivas em Verny, que fica a 15 minutos de carro do centro de Metz. O Centro Esportivo Academos foi moldado para ser a Saquarema do vôlei brasileiro na Europa. A Vice-Diretora Geral do Departamento de Esportes e Juventude de Moselle, Françoise Bataillon, afirmou que a região está muito satisfeita com a troca de informações esportivas e técnicas que faz com a Confederação Brasileira de Vôlei. “O que podemos oferecer é o nosso serviço e nossas instalações. Queremos continuar a proporcionar esta parceria no âmbito social e educacional. O esporte está no centro de todos os desafios da nossa cidade”, revelou Françoise Bataillon. “Esta parceria originou a construção de parte deste centro. E sabemos que ainda tem muita coisa para melhorar por aqui. O Academos é o carro-chefe da política esportiva de Moselle”, completou a Vice-Diretora Geral. A escolha de Moselle foi feita por ser um ponto estratégico para o Brasil. Para jogos internacionais em países da Ásia, por exemplo, não haverá um desgaste com viagem tão grande quanto se a seleção tivesse de sair do Brasil para disputar estas partidas. O auxiliar-técnico da seleção masculina, Giuliano Ribas, o Juba, fez um comparativo entre os Centros de Treinamentos de Academos, em Moselle, e de Saquarema, no Rio de Janeiro. “Saquarema é maior e comporta mais o nosso estilo de treinamento e flexibilidade de horários. Mas aqui a gente consegue dar condições muito importantes para os atletas ficarem focados e pensarem somente em se desenvolver no vôlei. A gente está muito feliz em termos achado um centro de treinamento muito parecido com o nosso no Brasil”, explicou Juba. Instalações de ponta à disposição do Brasil O GALO FRANCÊS  foi convidado a conhecer as modernas instalações que as seleções brasileiras de vôlei de quadra e de praia usam para aprimorar o treinamento para as mais importantes competições. As instalações deste Centro de Treinamento, inaugurado em setembro do ano passado, estão distribuídas por sete prédios numa área de 45 mil metros quadrados. Construído exclusivamente para ser dormitório, um dos edifícios abriga 36 quartos. Há ainda refeitório, academia, sauna, centro médico, salas de reuniões, duas quadras para vôlei de praia e uma para a modalidade de quadra. Além do complexo de Academos, uma quadra em ginásio fechado está à disposição das seleções masculina e feminina de quadra para a realização de todo processo de treinamento. Durante a visita de O GALO FRANCÊS  à Arena Le111/Terville, a seleção brasileira de Novos enfrentou a França sub22. A vitória por três sets a zero sem sustos confirmou a superioridade dos jogadores brasileiros. “Ter uma base aqui na Europa é bem importante porque a gente viaja muito e o desgaste com os fusos é grande. Neste complexo, a gente pode fazer uma aclimatação antes de ir para outros países que tenham um fuso muito grande em relação ao Brasil, mas que não seja muito diferente do horário daqui”, explicou o ponteiro Arthur Bento, de apenas 20 anos. “Este centro de treinamento fora do Brasil é muito importante porque dá uma bagagem internacional pra gente. Estando aqui na França, a gente consegue fazer vários amistosos aqui mesmo na Europa e isso ajuda no desenvolvimento do vôlei brasileiro”, disse o líbero Maique, de 26 anos. “A estrutura deste centro é magnífica, mas, por beleza, Saquarema é bem mais bonita”, brincou Maique. E será justamente no Academos que o técnico da seleção masculina Bernardinho vai finalizar os treinamentos antes da estreia nos Jogos Paris-2024 contra a Itália, no dia 27 de julho. “Apesar de ter uma equipe jovem, a Itália não deixa de ser perigosa. Nesta última fase da VNL, os italianos entraram em quadra numa partida com o time B e jogaram muito bem”, ressaltou o auxiliar-técnico Juba. Ainda sobre os adversários do Brasil na primeira fase da Olimpíada, Juba prevê que, pelo elenco, a Polônia será um adversário dificílimo. “Há um equilíbrio grande e não há favorito dentro do grupo do Brasil. O Egito, que tem menos vivência no cenário internacional, se torna um adversário perigoso porque entra como franco-atirador”, opinou Juba. Maique também acredita que o equilíbrio inibe qualquer favoritismo. “Não tem uma seleção que a gente possa apontar como favorita. Tem seleções que cresceram muito nos últimos anos, como o Japão e a França. Então está tudo muito equilibrado. Todos os jogos na Olimpíada serão decididos no detalhe”, aposta Maique. A delegação masculina chega a Moselle no dia 16 deste mês. Neste período, a equipe só sai da região para jogar amistosos contra a Alemanha. O primeiro será no próximo dia 19 em Metz (França). Dois dias depois, o jogo será em Saarbrucken (Alemanha). No dia 23, jogadores e comissão técnica embarcam para Saint-Ouen, base do Brasil na Olimpíada deste ano. Desta vez, a seleção brasileira feminina não passará por Moselle, saindo direto de Saquarema  para a França. A chegada na Vila Olímpica está prevista para 19 de julho. A estreia será contra o Quênia no dia 29 de julho. Melhor dupla feminina no ranking mundial, Duda e Ana Patrícia passarão pelo Academos. Pelo cronograma da dupla, elas ficarão em Moselle de 21 a 24 de julho. Somente após este período é que Duda e Ana Patrícia irão para a Vila Olímpica. No masculino, Evandro e Arthur já cumpriram o cronograma de treinamentos na cidade francesa. Mesma areia de Paris-2024 Técnico da seleção juvenil feminina de vôlei de praia, Alan Garcia vibrou com a areia disponibilizada nas duas quadras do Academos, que é a mesma que estará na arena do Champs de Mars para a disputa da modalidade nos Jogos Paris-2024. “É uma areia que não tem poeira. Também impõe um desafio à resistência dos atletas no deslocamento. Tem areia que é mais batida, que facilita o deslocamento. Mas esta aqui é mais fofa e, consequentemente, gera um desafio ainda maior. Marcela Matoso, de apenas 17 anos, tem treinado em Moselle e já vislumbra disputar uma Olimpíada pelo Brasil. “Estar no mesmo centro de treinamento dos atletas que vão disputar os Jogos de Paris é realmente especial. A gente tem a possibilidade de trocar informações com todos que treinam aqui. E isso alimenta o meu sonho, que é um dia disputar uma Olimpíada”, disse a jovem atleta. As instalações do centro de treinamento Academos está à disposição das seleções de vôlei durante um bom tempo. O acordo entre a Confederação Brasileira de Vôlei e Moselle vai até 2028.

  • França olímpica vence Paraguai em amistoso de futebol

    A seleção olímpica francesa disputou nesta quinta (04/7) o primeiro amistosod e preparação para os Jogos Paris-2024. Os franceses encararam o Paraguai, outra seleção que estará na briga pelo ouro olímpico. Em Toulon, a França goleou de virada por quatro a um. O Paraguai começou melhor. Logo aos dois minutos, balançou a rede francesa. Gol de Salcedo. Depois do gol, a França equilibrou as disputas e o jogo ficou amarrado no meio campo. No último lance da primeira etapa, Jean-Philippe Mateta empatou para os franceses. Foto: Loic Baratoux/Icon Sport No segundo tempo, a França voltou melhor. Logo aos três minutos da etapa final, Lacazette recebeu um encontrão dentro da área. O camisa 10 reclamou bastante, mas o árbitro não assinalou pênalti. Na verificação do VAR, o árbitro anulou sua decisão e marcou a penalidade. Jean-Philippe Mateta colocou os franceses na frente. Foi o segundo gol dele na partida. Aos 25, Rayan Cherki ampliou para três a um. E no final, aos 41, Arnaud Kalimuendo fez o último da goleada da França.

  • França olímpica esmaga República Dominicana em amistoso

    A seleção olímpica francesa de futebol masculino dominou a República Dominicana e aplicou nesta quinta (11/7) em Toulon uma goleada histórica de sete a zero. O jogo é parte da preparação da França para o torneio masculino de futebol da Olimpíada. Diante de um adversário fraco tecnicamente, a França não teve qualuer dificuldade na partida. Logo aos 19 minutos, a seleção francesa abriu o placar com Enzo Millot. Dez minutos depois, a estrela do Olympique Lyonnais, Alexandre Lacazette ampliou. No segundo tempo, a seleção de Henry deslanchou. Lacazette fez o terceiro logo aos quatro. Michael Olise fez dois gols em sequência: um aos seis e outro aos oito. Foto: Philippe Lecouer/IconSport Com o cinco a zero, a França não tirou o pé. Maghnes Akliouche fez o sexto e Rayan Cherki marcou o sétimo da França. “Nem sempre será assim”, disse Thierry Henry, satisfeito após a goleada. A França olímpica volta a campo no dia 17, também em Toulon, para encarar o Japão no último compromisso de preparação para os Jogos de Paris-2024. Os franceses estreiam na Olimpíada enfrentando os Estados Unidos no dia 24 de julho, no Vélodrome, em Marseille.

  • Seleção olímpica francesa empata com Japão

    Depois de duas vitórias – a primeira contra o Paraguai por 4 a 1 e a segunda contra a República Dominicana por 7 a 0 – , a seleção olímpica da França empatou nesta quarta (17/7) com o Japão por um a um. Foto: Clement Mahoudeau Para a França, o jogo contra o Japão teve uma sensação frustrante. Saiu atrás do placar aos 25 minutos, quando Fujita aproveitou a falha de Guillaume Restes e fez um a zero para o Japão. Ainda no primeiro tempo, a França teve um pênalti assinalado pelo árbitro, mas que o VAR tratou de identifica uma irregularidade na marcação. Assim, os franceses foram para o intervalo com a derrota parcial de um a zero. O empate só veio no segundo tempo. Logo aos dois minutos, Michael Olise arriscou de longe e fez a felicidade da França. Um a um. O Japão não se abateu com o gol sofrido e buscou desempatar. A França também queria a vitória e se lançou ao ataque. Mas a rede não balançou e o resultado final foi esse mesmo: um a um. A França estreia na Olimpíada na próxima quarta-feira no Vélodrome contra os Estados Unidos.

  • França homenageia Senna

    Por Marcio Arruda Um fim de semana diferente para os fãs da Fórmula 1. Dias de muita emoção no circuito Paul Ricard, em Le Castellet, no Sul da França. É que terminou neste domingo (21/4) o Grand Prix de France Historique. Os três dias seguidos do evento reuniu carros emblemáticos da história da Fórmula 1, além carros de endurance, F2, F3 e de protótipos. Fotos: M.Garcia Esta foi a sexta edição do GP de France Historique, a quarta seguida que é organizada em Paul Ricard – as duas primeiras edições do evento foram em 2017 e 2019, em Magny-Cours. Neste ano, o GP de France Historique prestou uma homenagem a Ayrton Senna, que morreu depois de sofrer um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. Para lembrar à memória do tricampeão, o ex-piloto de Fórmula 1 Gerhard Berger acelerou o McLaren MP4/6, modelo que disputou a temporada de 1991. O carro do tricampeonato de Ayrton Senna hoje pertence a um empresário que mora na Suíça, que também é dono de uma Ferrari 641, que foi guiada por Alain Prost. Depois de guiar por poucas voltas em Paul Ricard, o austríaco ex-companheiro de McLaren e amigo de Senna falou da relação que tinha com o brasileiro. “Tínhamos praticamente a mesma idade. Gostávamos das mesmas coisas. Desde o primeiro momento que cheguei na McLaren, tivemos uma ótima amizade. Isso é o lado bom. Pelo lado ruim, vendo pela minha ótica, o Ayrton era extremamente mais rápido do que eu”, contou Berger. Ex-companheiro de Berger na Ferrari e também na Benetton, Jean Alesi lembrou o duelo com Senna no GP dos Estados Unidos de 1990. “Mesmo tendo passado cinco anos na Ferrari, os fãs e a imprensa especializada sempre falam da disputa em Phoenix. Para mim, que estava começando minha carreira na Fórmula 1,  foi incrível poder duelar com o maior piloto da época”, afirmou Alesi, que é presidente do Circuito Paul Ricard. Tendo disputado cinco temporadas junto com Ayrton Senna, René Arnoux foi outro francês que guarda boas memórias do brasileiro. “Era incrível como ele, em algumas situações, não tinha um carro rápido e mesmo assim conseguia fazer a pole-position. Ayrton foi um grande campeão”, disse o ex-piloto da Ligier, Ferrari e Renault. O fim de semana também teve mais emoção. Único francês que alcançou o título mundial de Fórmula 1, Alain Prost também foi para a pista. Aos 69 anos, o tetracampeão acelerou a McLaren M29, carro que ele estreou na categoria em 1980. Resgatando a memória de um dos maiores duelos de um GP já vistos na história, a Renault e a Ferrari reviveram o GP da França de 1979, que foi disputado em Dijon-Prenois. René Arnoux, aos 75 anos, voltou a acelerar em Paul Ricard o modelo RE20 da Renault na pista que ele conquistou a vitória de 1982. Arnoux completou quatro voltas na pista ao lado da Ferrari 312T5, que em 1980 foi pilotada pelo saudoso Gilles Villeneuve. “Gilles era um grande amigo. Aquela disputa foi muito respeitosa. E só conseguimos fazer tudo aquilo porque nós dois nos respeitávamos muito. Não fosse isso, teria sido perigoso para nós dois”, lembrou Arnoux. O público nas arquibancadas ficou emocionado ao lembrar que Renault e Ferrari fizeram uma das maiores disputas até hoje da Fórmula 1. Jean Alesi também entrou no cockpit para reviver seus tempos de Fórmula 1. O francês de 59 anos acelerou a Ferrari que ele mesmo guiou na temporada de 1992. Além deles, o fim de semana também foi de Jackie Ickx. O belga de 79 anos voltou a guiar a Ferrari 312B2, que ele venceu o Grande Prêmio da Alemanha de 1972. Além carros de endurance, F2, F3 e protótipos, a edição 2024 do GP de France Historique reuniu carros emblemáticos que já passaram pela Fórmula 1, como uma Maserati e uma Ferrari dos anos 1950. Além destes, modelos que competiram na mais importante categoria do planeta nos anos 70 a 90, como Ligier, Brabham, McLaren, Tyrrell, Fittipaldi, Lotus, Hesketh, Penske e tantas outras.

  • Ferrari vence pela segunda vez consecutiva as 24 Horas de Le Mans

    Por Marcio Arruda A Ferrari número 50, conduzida pelo italiano Antonio Fuoco (28 anos), pelo espanhol Miguel Molina (35 anos) e pelo dinamarquês Nicklas Nielsen (27 anos) venceram as lendárias 24 Horas de Le Mans.  A vitória foi apenas 14 segundos à frente do Toyota GR010 HYBRID número 7 de Nyck de Vries, Kamui Kobayashi e Jose Maria Lopez. A Ferrari número 51 de Alessandro Pier Guidi , James Calado e Antonio Giovinazzi chegou logo atrás deles e completou o pódio da edição de 2024 desta tradicional corrida. Apesar de a distância entre os dois primeiros colocados ter sido muito pequena, a Ferrari passou por dramas logo no início da prova. A porta direita começou a bater rapidamente, fazendo com que o controle da corrida mostrasse uma bandeira preta e laranja para o carro italiano número 50. Nielsen foi forçado a levar o carro de volta aos boxes apenas seis voltas após o início da corrida. Mas, no final, a corrida de Nielsen foi facilitada por Lopez, que rodou na curva Dunlop e parou na pista. O erro acabou com a chance de vitória da Toyota. Esta foi a primeira vez em 80 anos que um fabricante vence o GP de Mônaco e as 24 Horas de Le Mans no mesmo ano. Antes de a Ferrari vencer esta corrida em La Sarthe e a prova nas ruas de Monte Carlo com Charles Leclerc, no mês passado, a Alfa Romeo havia feito o mesmo em 1934.

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